À frente da Nação Imperial, Eugênio tem sido responsável por manter viva uma agremiação que simboliza resistência cultural, criatividade coletiva e pertencimento comunitário. A escola e a ONG funcionam como polos de formação artística e social, reunindo sambistas, ritmistas, carnavalescos, costureiras, aderecistas e jovens da comunidade em torno de um projeto cultural que ultrapassa o período do desfile.
Sua experiência como produtor cultural também se reflete na capacidade de dialogar com políticas públicas, editais e parcerias institucionais, sempre buscando garantir sustentabilidade e reconhecimento para o trabalho cultural desenvolvido. Eugênio Vilela compreende a cultura como direito, instrumento educativo e ferramenta de transformação social, especialmente em territórios populares.
Com Mestre Dionísio, que veio do Rio de Janeiro, em 2025, para ministrar uma oficina organizada por Vilela
Na gestão de Rui Palmeira como Prefeito, de 2013 a 2020, integrou a equipe da Diretoria de Produção Cultural, da Fundação Municipal de Ação Cultural, que tinha como gestor Vinicius Palmeira.
Com uma trajetória construída na prática, na persistência e no amor ao samba e à cultura popular, Eugênio Vilela é hoje uma referência no cenário cultural alagoano. Seu trabalho reafirma a importância das lideranças culturais comprometidas com a memória, a formação e o futuro das expressões populares, mantendo viva a Nação Imperial e fortalecendo o carnaval como patrimônio cultural e social de Alagoas.





Nenhum comentário:
Postar um comentário