sexta-feira, 18 de setembro de 2026

Bolsa Família quebra ciclo da pobreza, diz estudo



Estudo da Fundação Getulio Vargas (FGV), realizado em parceria com o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social (MDS), revela que 60,68% das pessoas que recebiam o Bolsa Família em 2014 deixaram o programa até 2025. Entre os adolescentes que integravam famílias beneficiárias, o percentual foi ainda maior: 68,8% entre aqueles que tinham de 11 a 14 anos e 71,25% entre os que tinham de 15 a 17 anos.  

​Os dados integram a pesquisa Filhos do Bolsa Família: uma análise da última década do programa, apresentada em dezembro de 2025, e apontam para uma trajetória de mobilidade social entre gerações de famílias que viviam em situação de pobreza – leia a apresentação do estudo na íntegra.  

sábado, 12 de setembro de 2026

Fujão - JHC foge do debate e deixa espaço para Renan Filho

A ausência do ex-prefeito JHC ao debate promovido pela BAND local, é uma falta de respeito e consideração com o povo alagoano, seu eleitor ou não, pois é um esforço da emissora em prol da democracia, sem falar que é uma falta de respeito e consideração com os profissionais dedicados à realização deste grande evento pela emissora.

Um debate deste tipo envolve profissionais de som, iluminação, cenotécnica, da imprensa...

A ausência do candidato fala mais dele mesmo do que qualquer entrevista.

Essa postura autoritária e descompromissada, e para não dizer, covarde, não é condizente com nenhum gestor público que respeita seu povo e o dinheiro público.


Se não tem coragem de enfrentar questionamentos públicos e não tem a menor condição de se expor num debate, não merece ser sequer candidato, quanto mais um gestor.

Perdemos Mestre Geraldo José, ícone da cultura popular alagoana



Na madrugada deste sábado (12) Alagoas perdeu mais um de seus grandes mestres da cultura: Geraldo José da Silva, nascido em Maceió, era servidor público aposentado e desde a adolescência mergulhou nas tradições da cultura popular.

Geraldo era um dos últimos fundadores da Associação dos Folguedos Populares de Alagoas (ASFOPAL), que completou 40 anos de existência no ano passado.

Sob a orientação do Mestre Biu, de Bebedouro, com quem aprendeu e aperfeiçoou seu talento, Geraldo fundou diversos grupos culturais, como Coco de Roda, Maracatu, Baianas, Toré de Índio, e Quilombos, todos no(12) bairro do Vergel do Lago.

Segundo Ivan Barsand, Presidente da Asfopal: "Estamos muito tristes com a perda de Geraldo, um mestre inquieto e extremamente produtivo, com uma ligação incomparável com a juventude. Deixará uma imensa lacuna na cultura de Alagoas e na vida de seus amigos.", explicou.

Em 2012 recebeu, da Câmara de Vereadores de Maceió, a Comenda Zumbi dos Palmares, por sua dedicação e luta no movimento negro.

Em 2024 foi reconhecido e declarado Patrimônio Vivo de Alagoas, por sua imensa contribuição à cultura de nosso Estado.



Criou e coordenou diversos grupos de folguedos e matrizes africanas e indígenas no bairro do Vergel do Lago, como Coco de Roda, Maracatu, Baianas, Toré de Índio, Quilombos e o Grupo Cultural Axé Zumbi. 

Em 2013, assumiu a Presidência da Asfopal, associação de que era defensor e fundador, há 40 anos.

Geraldo José tinha 72 anos de idade e deixa um legado na cultura popular, como poucos, com dois filhos envolvidos e brincantes do Folclore.

Até esta semana continuava a compartilhar seus vastos conhecimentos culturais com a comunidade, mantendo viva a herança cultural da região, mesmo após um período acamado devido a complicações da diabetes, que o obrigou a passar por uma cirurgia de amputação de parte de uma de suas pernas.

O velório terá início ao meio-dia deste sábado, em uma das Capelas do Pré-vida, no Prado, próximo à Praça da Faculdade.  O enterro acontecerá neste domingo (13) às 9h, no Cemitério São José.


Keyler Simões 

Jornalista, Produtor cultural, amigo e admirador de Geraldo há quase 30 anos.

sexta-feira, 11 de setembro de 2026

TV Gazeta de Alagoas será Band


A TV Gazeta de Alagoas, emissora ligada ao grupo de comunicação do ex-presidente Fernando Collor, encerrou a longa parceria com a TV Globo e confirmou uma nova fase na televisão alagoana.

​A partir de 1º de novembro, a emissora passou a ter parceria com a Rede Bandeirantes (Band), encerrando uma relação que durou décadas. A mudança ocorreu após uma disputa judicial envolvendo a manutenção do vínculo entre a Gazeta e a Globo.

​Com a chegada da Band, os telejornais locais da TV Gazeta também passaram por mudanças de nome, formato e identidade, deixando de seguir o padrão adotado durante o período de afiliação à Globo.

​A decisão está diretamente relacionada ao processo envolvendo a situação societária da emissora. Em setembro, o ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu os efeitos de uma decisão que obrigava a Globo a manter a parceria com a TV Gazeta. Na decisão, Barroso citou a condenação de Fernando Collor e afirmou que a estrutura da emissora havia sido mencionada no processo criminal.

​A TV Asa Branca assumiu a retransmissão da programação da Globo em Alagoas, enquanto a TV Gazeta iniciou sua nova etapa com a Band.

​A mudança marca o fim de um dos capítulos mais longos da história da televisão alagoana e abre uma nova disputa pela audiência no estado.

Maceió do Manto

quinta-feira, 10 de setembro de 2026

Debate bizarro - JHC e Renan Filho protagonizam debate bizarro na TV Gazeta

O ex-prefeito de Maceió, candidato ao Governo de Alagoas, João Henrique Caldas, o JHC, demonstrou estar inseguro e despreparado em sua participação no debate na TV Gazeta, ao contrário do candidato Renan Filho, mais seguro e objetivo.

Caldas não pareceu estar a vontade em nenhum momento do debate, com respostas confusas... confundindo temas, assemelhando-se a um mero debatedor escolar, com sorriso amarelo e sem objetividade. 

Quando Caldas foi perguntado sobre propostas para a Segurança Pública, ele não respondeu, simplesmente, citou personagens de Alagoas como cidadãos em situações totalmente desconexas com a pergunta. 

Em um momento do debate, o ex-prefeito chamou Renan de careca, e Renan o chamou de Avatar, destacando a futilidade do candidato.

Assustador, mas ainda tem o debate da Band, pela frente para tirar essa má impressão.

Manifestação cultural representativa do Nordeste, Repente tem como marcas a rima e o improviso sobre situações do cotidiano

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Foto: José Cruz/Agência Brasil

A rima e o improviso são as marcas do Repente, manifestação popular que faz parte da identidade da região Nordeste. No diálogo poético, dois artistas se revezam cantando estrofes improvisadas sobre situações do dia a dia. 

Devido a sua importância cultural e social, o bem imaterial foi registrado como Patrimônio Cultural do Brasil pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), em novembro de 2021.  

O reconhecimento valoriza o trabalho de cantadores, produtores e apreciadores dessa tradição, presente atualmente em diferentes regiões do país.

Com a conquista, o Repente passou a figurar no Livro de Registro das Formas de Expressão, no qual também estão a Roda de Capoeira e Choro. O título possibilita a adoção de ações e políticas públicas voltadas à salvaguarda da expressão cultural.

O pedido de registro foi apresentado ao Iphan em 2013 pela Associação dos Cantadores Repentistas e Escritores Populares do Distrito Federal (Acrespo). A partir daí, o Instituto iniciou o processo de pesquisa e documentação da manifestação.

O trabalho resultou em um dossiê técnico elaborado em parceria com a Universidade de Brasília (UnB). O estudo reuniu informações sobre a história, as características e a importância cultural do Repente.

Cantorias

As apresentações de repentistas costumam ser feitas em espaços como casas, feiras, praças públicas e grandes festivais. Nelas, dois poetas, acompanhados de violas, improvisam estrofes alternadas, a partir de temas sugeridos pelo público ou instigados por eles próprios.  Cada cantador é desafiado a criar versos inéditos, que encantam pela rapidez do raciocínio e pela riqueza de conteúdo. 

O Repente é composto por três elementos fundamentais: a métrica precisa dos versos, a qualidade das rimas e o sentido das mensagens transmitidas pelos poetas. A habilidade para o improviso, que surpreende os ouvintes pela espontaneidade, é considerada como um dom.

A expressão cultural mantém vínculos históricos com as narrativas orais e encontra-se em estreita relação com outras poéticas vocais, como a literatura de cordel.

História

Há registros da prática do Repente desde meados do século 19 em Pernambuco e na Paraíba. As mais antigas têm origem na Serra do Teixeira (PB). No início do século 20, a manifestação cultural contribuiu para a difusão do rádio na região. Na época, a maior parte dos repentistas tinha origem rural, vivendo no interior e cantando para plateias camponesas.

A partir da década de 1950, os cantadores passaram a residir nas cidades em busca de meios de divulgação de seu trabalho, entre eles o rádio e o correio.

Nos anos 1980 e 1990 vieram as gravações de discos e a realização de festivais. Com a evolução tecnológica, a internet se tornou mais uma ferramenta para divulgação de cantorias e eventos voltados ao Repente.

Plataforma

Com um acervo de mais de 2 mil itens, entre vídeos, documentos e fotos, a plataforma digital Bem Brasileiro, do Iphan, reúne os bens registrados como Patrimônio Cultural do Brasil ao longo dos últimos 25 anos.   

O site reúne desde pedidos de registro e pareceres técnicos até ações de monitoramento e salvaguarda realizadas pelo Instituto. Também disponibiliza parte do acervo separando materiais por cada estado da federação.

Entre mãos e gerações, saberes das parteiras tradicionais atravessam o tempo no Brasil


Maria Fernanda da Silva tinha 12 anos quando uma mulher chegou à casa de sua mãe, no interior de Pernambuco, para dar à luz. Vinha de um sítio no alto de uma serra e já conhecia bem aquele caminho: outros filhos haviam nascido pelas mãos de Zefinha Parteira. Mas, naquele dia, Zefinha não estava. Tinha saído para atender outro parto.

A menina ficou com medo, mas foi a própria parturiente quem a encorajou, lembrando que Maria Fernanda já havia acompanhado a mãe em outros nascimentos. “Ela dizia que eu sabia fazer, porque já tinha acompanhado minha mãe em outros partos. E foi assim que fiz o meu primeiro parto, aos 12 anos”, recorda.

Décadas depois, a história daquela menina ajuda a compreender um saber que atravessa gerações e diferentes territórios brasileiros. Em 9 de maio de 2024, o Ofício, Saberes e Práticas das Parteiras Tradicionais do Brasil foi reconhecido como Patrimônio Cultural do Brasil pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e inscrito no Livro de Registro dos Saberes.

De abrangência nacional, o reconhecimento contempla conhecimentos e práticas presentes nas cinco regiões do país e preservados em diferentes contextos sociais e culturais. São mulheres que acompanham outras mulheres durante a gestação, o nascimento e o pós-parto, articulando conhecimentos tradicionais, experiência prática, vínculos comunitários e formas próprias de cuidado.

Um saber que passa de mulher para mulher

Na família de Maria Fernanda, o conhecimento ganhou continuidade pelas mãos de três mulheres. A primeira foi sua mãe, Zefinha Parteira, que aprendeu o ofício a partir da própria experiência. Foi observando a mãe que Maria Fernanda e a irmã mais nova aprenderam a partejar. “Venho, sim, de uma família de parteiras tradicionais. Aprendi a fazer partos com minha mãe, e minha irmã caçula também é parteira. Nós duas aprendemos com ela”, conta.

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Foto: Arquivo Pessoal

A trajetória das três mulheres ajuda a revelar uma das características desse patrimônio cultural. De acordo com os estudos que subsidiaram o registro pelo Iphan, os conhecimentos das parteiras tradicionais são transmitidos principalmente pela experiência, pela observação e pela convivência, em ambientes familiares e comunitários. Também se transformam e se ampliam nas trocas entre as próprias parteiras.

Esse repertório assume diferentes formas pelo Brasil. Conforme a região e a comunidade, pode incluir massagens, banhos, uso de plantas, rezas, palavras de conforto e outros cuidados durante a gestação, o parto e o pós-parto. O ofício está presente tanto em áreas rurais quanto urbanas, além de comunidades indígenas, quilombolas e ribeirinhas.

Mas o cuidado não termina com o nascimento. A relação construída com a gestante muitas vezes se estende à criança e à família, fortalecendo vínculos de confiança e solidariedade dentro das comunidades. Para Maria Fernanda, essa dimensão é parte essencial do ofício.

“A parteira não chega apenas para fazer o parto e ir embora. Ela cuida daquela família. Ela orienta, escuta, aconselha. Às vezes, é psicóloga, chega a ser advogada. Atua em várias questões dentro daquela família, sempre por meio da arte do cuidar”, afirma.

Maria Fernanda também é enfermeira, mas é pela tradição familiar que prefere se apresentar. “Eu sou Maria Fernanda, filha de Zefinha Parteira. Sou parteira tradicional e sou enfermeira, mas sempre me apresento dessa forma: sou parteira, filha de parteira e irmã de parteira também.”

Para ela, essa identidade carrega também o sentido de continuidade de uma prática que ultrapassa sua própria família. “É mulher cuidando de mulher, dando a assistência de que ela precisa. Essa tradição faz parte da nossa cultura e da nossa herança”, destaca.

Patrimônio Cultural do Brasil

O processo de reconhecimento do Ofício, Saberes e Práticas das Parteiras Tradicionais do Brasil teve início a partir de pedido de registro apresentado em 2011. A instrução técnica reuniu pesquisas, documentação e relatos sobre as diferentes formas de exercer e transmitir o ofício. O trabalho de campo que subsidiou o processo incluiu parteiras de Pernambuco, Bahia, Maranhão, Amazonas, Amapá e Goiás.

Em maio de 2024, o Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural aprovou por unanimidade o registro. Com a decisão, o ofício foi inscrito no Livro de Registro dos Saberes, destinado aos conhecimentos e modos de fazer enraizados no cotidiano das comunidades.

O reconhecimento de um bem de natureza imaterial também prevê ações voltadas à sua salvaguarda. No caso das parteiras tradicionais, entre as diretrizes apontadas estão o fortalecimento das associações e redes de parteiras, o mapeamento de grupos em diferentes regiões, a ampliação das pesquisas e da documentação e a transmissão e difusão desses conhecimentos.

Para Maria Fernanda, parte dessa dimensão pode ser compreendida no instante em que uma nova vida chega e encontra as mãos de uma parteira.

“Costumo dizer que as mãos das parteiras são abençoadas. É um privilégio poder tocar aquele bebê, ser uma das primeiras pessoas a segurá-lo e depois entregá-lo à mãe e à família”.

São também essas mãos que mantêm viva uma história transmitida entre mulheres e comunidades ao longo de gerações.

“Trazemos em nossas mãos a tradição do partejar e a nossa ancestralidade. Durante muito tempo, estivemos na obscuridade, mas hoje conseguimos dar visibilidade à nossa categoria com o reconhecimento. Somos mulheres que trabalham com o parto desde a antiguidade. A sociedade precisa nos reconhecer como mulheres que trazem a ancestralidade em suas mãos”, conclui.

MinC

segunda-feira, 7 de setembro de 2026

Novo dono - TV Gazeta terá novo dono após eleições


O presidente da Assembleia Legislativa de Alagoas, deputado Marcelo Victor (MDB), prepara a formalização da compra das Organizações Arnon de Mello (OAM), grupo responsável pela TV Gazeta, rádios, jornal e portal de notícias. A conclusão do negócio estaria prevista para depois das Eleições 2026, segundo fontes internas.

​A operação ainda não foi anunciada oficialmente e não há, até o momento, informação pública sobre valores, formato societário ou empresas que seriam utilizadas na aquisição. O que se sabe é que essa seria uma tentativa de criar um grande conglomerado sobre o controle do presidente da Assembleia.

​Por se tratar de uma negociação não oficializada, as informações devem ser consideradas preliminares. No entanto, uma suposta sociedade oculta também estaria sendo trabalhada para aumentar o poder do mesmo grupo político.

​A possível venda aumenta a apreensão entre profissionais que trabalham nas Organizações Arnon de Mello. Funcionários já convivem com um ambiente de instabilidade provocado pelas dificuldades financeiras e pelos processos judiciais envolvendo empresas do grupo.

​Entre as ações mencionadas pelas fontes está um pedido de falência relacionado à TV Gazeta de Alagoas. Credores também recorrem à Justiça para cobrar dívidas e questionar a permanência do ex-presidente Fernando Collor de Mello no controle societário do conglomerado.

​Em fevereiro de 2025, uma decisão judicial autorizou a penhora de cotas sociais de empresas ligadas a Collor para o pagamento de um credor trabalhista. O episódio integra uma disputa mais ampla sobre dívidas e participação acionária.


Agora Alagoas

segunda-feira, 31 de agosto de 2026

Arena dos Corais - Maceió poderá ganhar complexo esportivo municipal

O prefeito de Maceió, Rodrigo Cunha, anunciou a proposta de criação do Parque e Arena dos Corais, um novo complexo esportivo e de lazer na capital alagoana. A iniciativa prevê a construção de um estádio para receber grandes eventos nacionais e oferecer uma estrutura moderna para o futebol e as torcidas de Alagoas.





​Segundo o prefeito, o projeto busca acompanhar o crescimento de Maceió como destino turístico e garantir um equipamento com mais conforto, segurança e qualidade para a realização de partidas e espetáculos. A proposta também pretende fortalecer o futebol alagoano e ampliar a capacidade da cidade para sediar grandes eventos.

​Além da arena, o projeto prevê o Parque dos Corais, que será público e funcionará durante todo o ano, mesmo quando não houver jogos. O espaço deverá reunir áreas de lazer, cultura, esporte e turismo, criando uma nova opção de convivência para os moradores da capital.

​A proposta também prevê a instalação do complexo no Litoral Norte de Maceió, região que passa por expansão urbana. De acordo com Rodrigo Cunha, a iniciativa pretende criar uma nova centralidade de lazer na área e preparar a capital para uma nova etapa de crescimento.

domingo, 30 de agosto de 2026

Museu Théo Brandão apresenta no dia 02/09 Coleção Théo Brandão com áudios de antigos Yalorixás e Babalorixás

​No próximo dia 02 de setembro, o Museu Théo Brandão de Antropologia e Folclore/ UFAL estará de portas abertas, para um momento histórico de memória, patrimônio, ancestralidade e restituição.

​Mais do que um evento, será um momento de reencontro com histórias, vozes e saberes que precisam permanecer vivos. É sobre reconhecer a ancestralidade, valorizar o patrimônio afro-alagoano e fortalecer os caminhos de restituição e pertencimento.

​Entre as presenças previstas estão Mãe Miriam, Mãe Neide, Pai Célio, Pai Wagner, além de outros importantes filhos e filhas de santo que estarão conosco neste encontro de escuta, memória e celebração. 

​Então fique atento (a) na programação e anota aí para não esquecer:

​16h – Abertura do evento

Apresentação do Projeto – Coleção Théo Brandão

Mesa redonda de Memórias com Yalorixás e Babalorixás

Tema: “Memória, Patrimônio, Cultura Afro-alagoana e Restituição”

Lançamento público das gravações

Apresentação do Afoxé do Iya.

​Local: Museu Théo Brandão de Antropologia e Folclore/UFAL

Data: 02 de setembro de 2026

Horário: 16h

segunda-feira, 17 de agosto de 2026

Zeza do Coco fará apresentação nesta quinta (20) no Mirante de Chã do Bebedouro

 

Nesta quinta, 20 de agosto,  a maior representante do coco alagoano, Zeza do Coco, estará se apresentando no Mirante da Chã de Bebedouro, localizado na Avenida Osvaldo Cruz em Maceió, para uma apresentação aberta ao público com seu grupo de coco alagoano.




Essa apresentação faz parte do projeto de Mestra Zeza, selecionado pelo Edital Cultura em Movimento, da Braskem, e terá início às 16h.

Esse projeto é fruto do apoio do edital Cultura em Movimento, da Braskem, do Plano de Ações Sociourbanísticas (PAS), com gestão da Sitawi e recursos resultantes de um Acordo Socioambiental.


Com o prêmio deste edital, Zeza renovou o figurino do seu grupo, comprou novos instrumentos musicais, trocou de máquina de costura para seus trabalhos e realizará essa apresentação no mirante aberto ao público. 

Imperdível!!!




Nesta quinta,  20 de agosto, a partir das 16h, no Mirante de Chã de Bebedouro, em Maceió.

Informações: (82) 99971-4281.

domingo, 16 de agosto de 2026

Bolsonaro e sua vocação à vassalo americano

A subordinação de uma candidatura presidencial a interesses de potências estrangeiras representa uma das mais graves afrontas à soberania nacional e ao texto constitucional brasileiro. O alinhamento incondicional do pré-candidato Flávio Bolsonaro à agenda política do governo dos Estados Unidos e de Donald Trump não se limita a uma mera preferência diplomática, mas configura um gesto explícito de vassalagem que coloca em risco a independência do Brasil, as nossas instituições e o direito autônomo do povo brasileiro de decidir o próprio destino.

​A erosão da soberania e o ataque às instituições

​A soberania nacional é um dos pilares inscritos no Artigo 1º da Constituição Federal de 1988. Quando um postulante à chefia do Poder Executivo recorre a potências estrangeiras para mediar disputas políticas internas, solicitar sanções econômicas contra órgãos do próprio Estado brasileiro ou chancelar retaliações comerciais que prejudicam a indústria e a agricultura locais, abdica-se do papel de liderança em favor do papel de protetorado.  

​Instrumentalização da pressão externa: A busca por sanções contra autoridades jurídicas brasileiras e a defesa de retaliações dos EUA sob o pretexto de crise política abrem precedentes perigosos. Convida-se um governo estrangeiro a ditar o funcionamento das nossas instituições públicas e do nosso sistema judiciário.

​Submissão econômica: Aceitar que sanções tarifárias e chantagens políticas sirvam como instrumento de pressão sobre o eleitorado e o governo brasileiro desorganiza o setor produtivo nacional e fragiliza a nossa autonomia no comércio internacional.  

​A ameaça direta ao modo de vida e à liberdade de pensamento

​A submissão geoestratégica a uma potência externa não impacta apenas a política em Brasília; reflete-se diretamente na vida cotidiana dos cidadãos brasileiros:

​Perda da autonomia geopolítica: O Brasil historicamente consolidou-se como uma nação soberana, não alinhada a blocos ideológicos e capaz de dialogar pragmaticamente com todas as nações do mundo em defesa dos seus próprios interesses. Ao transformar a política externa em extenso das prioridades de Washington, compromete-se a capacidade de negociação da nossa indústria e do nosso agronegócio.

​Ameaça à liberdade cultural e de ação: A aceitação da ingerência ideológica estrangeira importa modelos de censura social, polarização e controle institucional que sufocam a pluralidade e a diversidade da sociedade brasileira. O direito de agir e pensar livremente exige uma nação que não receba diretrizes ideológicas de gabinetes situados fora do seu território.

​O exercício da Presidência da República exige compromisso inegociável com a defesa do território, da economia, da Constituição e do povo brasileiro. Transformar uma campanha eleitoral em um pedido de tutela estrangeira desrespeita a história de emancipação do país e expõe a democracia a riscos inaceitáveis.

Onde estão as propostas de Governo do candidato Bolsonaro? O que ele pensa e pretende fazer sobre:

Saúde 

Educação 

Cultura e suas políticas de desenvolvimento e fomento 

Violência contra a Mulher 

Violência e abusos contra crianças e idosos 

Trabalho 

Emprego

Medidas contra a corrupção 

Respeito aos espaços de cada Poder constituído 

Programas Sociais

Programas para diminuição da pobreza

Segurança Pública 

Política Internacional 

Brics

Relação com nosso maior parceiro comercial no momento: a China 

Proteção do nosso território nacional

Respeito ao erário público 


Para responder a estes e outros questionamentos, o candidato lambe-botas tem que começar a transcorrer por estes temas, indo além de acusações de menino chorão e de pouca inteligência, como também do candidato vergonhosamente estúpido oriundo de Minas Gerais, Romeu Zema.

Governar um país como o Brasil vai muito além de interesses familiares e de submissão aos Estados Unidos.

quinta-feira, 13 de agosto de 2026

Porquê a extrema-direita quer tanto governar?


Se você recebe auxílios sociais do Governo Federal, usa o Sistema Único de Saúde (SUS), estuda em universidades públicas com ou sem bolsa-incentivo ou em faculdades ou universidades privadas com estas bolsas, recebe auxílio-desemprego, adere a programas de incentivo à cultura, que possibilita que espetáculos de dança, teatro ou filmes cheguem até você, apresentando novos mundos, opções de vida e abrindo seus olhos para um futuro promissor, sem patrões lhe dizendo o que fazer de sua vida... você entende porque a Direita é contra a Esquerda.

Não vivemos num mundo só de indústrias, mas de seres humanos que precisam trabalhar, viver, comer, se divertir e votar. Sim, votar!!! As empresas não não votam nas eleições, quem vota são as pessoas.

A Esquerda valoriza e trabalha para as pessoas. A direita ou extrema-direita trabalha contra a Esquerda em favor do Capital, de quem detém riqueza no Brasil.

Ex-prefeito diz que não será candidato

O ex-prefeito de Maceió João Henrique Caldas foi a Brasília para um encontro fora da agenda, para demonstrar que cumpriria o acordo de Brasília, em que ele se comprometeu a não se lançar candidato ao governo de Alagoas, ao tempo informou que se lançaria ao Senado. Aparentemente o intuito do ex, seria tirar a Polícia Federal de seu encalço, no caso das aplicações fraudulentas no Banco Master, de Daniel Vorcaro.

Como o ex-prefeito não costuma cumprir com o que fala, ficaremos à espera do dia 15 de agosto, prazo limite para entrega de toda documentação das candidaturas deste ano.

Como já fala aquele ditado popular: "Quem tem... tem medo!".

Edital Rede Memória viva está com inscrições abertas


Estão abertas as inscrições para o edital do projeto Rede Memória Viva, que vai selecionar quatro territórios para integrar uma rede nacional voltada ao fortalecimento da memória e da cultura afro-brasileiras. As inscrições vão até o dia 05 de outubro.

​Podem participar organizações da sociedade civil, como museus comunitários, centros culturais, quilombos, comunidades tradicionais, roteiros de memória, entre outras iniciativas.

​Os territórios selecionados serão divulgados no dia 22 de outubro. Mais informações sobre o projeto e o edital podem ser acessados no site: vivapequenaafrica.com.

quarta-feira, 12 de agosto de 2026

Secult/AL abre inscrições para edital de Premiação da PNAB até o dia 09/09


Secretaria de Estado da Cultura e Economia Criativa de Alagoas lançou nesta última terça, 11 de agosto um edital de Premiação, chamado de Prêmio de Valorização das Práticas e Projetos Culturais de Alagoas, com prêmios individuais de R$ 10 mil reais com oitenta vagas disponíveis segundo distribuição a seguir. 

As inscrições começaram nesta terça (11) e vão até 09 de setembro, pelo CUCA (INTERNET) ou presencialmente na Secult, na Praça Floriano Peixoto, no Centro de Maceió.


CATEGORIAS, RESERVAS DE VAGAS E DISTRIBUIÇÃO TERRITORIAL PRÊMIO DE VALORIZAÇÃO DAS PRÁTICAS E PROJETOS CULTURAIS DE ALAGOAS

CATEGORIA 1 – ARTES CÊNICAS  10 (doze) vagas disponíveis – R$ 10.000,00

FAIXA 1: TEATRO – 6 VAGAS

FAIXA 02: DANÇA – 3 VAGAS

FAIXA 03: Circo – 1 vaga

CATEGORIA 2 – ARTES VISUAIS 10 (dez) vagas disponíveis  

CATEGORIA 3 – CULTURA AFROBRASILEIRA E POVOS TRADICIONAIS

FAIXA 1 - CULTURA AFRO-BRASILEIRA 10 (dez) vagas disponíveis

FAIXA 2 – POVOS TRADICIONAIS 10 (dez) vagas disponíveis

Não se enquadra nesta categoria: Capoeira.

CATEGORIA 4 – CULTURA POPULAR

FAIXA 1 - FOLGUEDOS 10 (dez) vagas disponíveis

Não se enquadram nesta categoria: Quadrilha Junina, Coco de Roda, Bumba Meu Boi, Blocos de Carnaval e Escolas de Samba.  

FAIXA 2 – ARTESANATO 10 (dez) vagas disponíveis

CATEGORIA 5 – DESIGN 10 (dez) vagas disponíveis

CATEGORIA 6 MODA 10 (dez) vagas disponíveis

Cada proponente poderá se inscrever apenas 01 (uma) vez neste edital. Caso sejam identificadas múltiplas inscrições por um mesmo proponente, será considerada apenas a última enviada, sendo as demais automaticamente desclassificadas.

-Pessoas negras (pretas ou pardas) Mínimo de 25% (vinte e cinco por cento) das vagas por categoria. 

-Pessoas indígenas Mínimo de 10% (dez por cento) das vagas por categoria. 

-Pessoas com deficiência Mínimo de 05% (cinco por cento) das vagas por categoria.

Da avaliação das reservas de pessoas negras (pretos e pardos) As documentações necessárias para a averiguação em epígrafe serão entregues no momento da inscrição, devendo ser observadas as condições do item 4 do Anexo, e serão as seguintes: a) Declaração étnico-racial do proponente; b) Documento oficial com foto do proponente; c) Fotos do lado direito, lado esquerdo e frente do proponente; d) Vídeo em que o proponente informe seu nome, o edital e a categoria em que pretende participar. 


Acesse: https://secult.al.gov.br/documentos/category/804-edital-de-premiacao-chamamento-publico-n-06-2026-premio-de-valorizacao-das-praticas-e-projetos-culturais-de-alagoas

terça-feira, 11 de agosto de 2026

20 anos sem Ranilson França: uma vida dedicada à cultura popular de Alagoas


No dia 14 de agosto de 2006, Alagoas perdeu um de seus grandes defensores da cultura popular. Naquela data, partia Ranilson França, deixando uma trajetória marcada pelo compromisso, pela paixão e pela dedicação aos mestres, mestras e grupos que mantêm vivas as tradições culturais do nosso Estado.

Em 2026, completam-se 20 anos de sua partida. Duas décadas sem sua presença, mas também duas décadas em que seu legado continua vivo e presente na cultura alagoana.


Ranilson França foi criador, fundador e primeiro presidente da Associação dos Folguedos Populares de Alagoas – ASFOPAL, entidade criada com uma missão fundamental: proteger, valorizar e enaltecer os mestres, mestras e grupos de cultura popular de Alagoas. À frente dessa instituição, ajudou a construir um espaço de reconhecimento e defesa daqueles que dedicam suas vidas à preservação das tradições e da identidade cultural alagoana.

Sua atuação aconteceu em um momento em que muitos dos nossos mestres e grupos populares enfrentavam dificuldades para manter suas manifestações vivas e reconhecidas. Ranilson compreendeu que não bastava admirar a cultura popular: era preciso organizar, defender, dar visibilidade e lutar pelo reconhecimento daqueles que fazem a cultura acontecer.

A criação da ASFOPAL representa, portanto, uma parte fundamental de sua história. A entidade tornou-se um instrumento de valorização dos folguedos e de seus protagonistas, ajudando a colocar no centro das discussões culturais de Alagoas aqueles que muitas vezes permaneciam invisíveis: os mestres, as mestras, brincantes, músicos, artesãos e integrantes dos grupos populares.

Passados 20 anos de sua morte, sua contribuição ganha ainda mais significado. Cada mestre reconhecido, cada grupo valorizado e cada manifestação popular preservada carrega um pouco daquela luta iniciada por Ranilson. Seu trabalho ajudou a fortalecer a ideia de que a cultura popular não é apenas entretenimento: é patrimônio, identidade, memória e história de um povo.

Neste 14 de agosto de 2026, quando lembramos os 20 anos de sua partida, a saudade se transforma também em gratidão. Gratidão por sua vida, por sua luta e pela iniciativa de criar uma instituição que continua tendo como missão defender aquilo que Alagoas possui de mais precioso: a riqueza de sua cultura popular e as pessoas que dedicam suas vidas a mantê-la viva.

Ranilson França partiu há 20 anos, mas sua obra permanece. Permanece na ASFOPAL, permanece nos folguedos, permanece nos mestres e mestras, permanece nos grupos culturais e, principalmente, permanece na memória de todos aqueles que acreditam que preservar a cultura é preservar a própria identidade de Alagoas.

20 anos sem Ranilson França.

20 anos de saudade.

20 anos de memória.

E um legado que continua vivo na cultura popular de Alagoas.



domingo, 9 de agosto de 2026

Vitamina D freia Alzheimer

Uma nova pesquisa aponta para um papel intrigante da vitamina D na proteção do cérebro, especialmente na meia-idade.

​Um estudo extenso, publicado na revista científica Neurology Open Access, acompanhou centenas de adultos por cerca de 16 anos. Ele revelou que pessoas com níveis mais elevados de vitamina D nessa fase da vida apresentaram menor acúmulo da proteína tau, que é um dos principais marcadores biológicos ligados ao desenvolvimento do Alzheimer.

​O Alzheimer é a forma mais comum de demência, uma condição que causa a deterioração progressiva da memória e do raciocínio. A doença se caracteriza, em parte, pelo acúmulo anormal de proteínas como a tau no cérebro, prejudicando a comunicação entre os neurônios, que são as células nervosas.

​Embora os resultados mostrem uma associação estatística, e não uma relação direta de causa e efeito, eles destacam a necessidade de investigar mais a fundo como a vitamina D, essencial para a saúde dos ossos e do sistema imunológico, pode influenciar o risco da doença anos antes dos sintomas clínicos aparecerem.

sábado, 8 de agosto de 2026

Invista na execução de seus projetos culturais

O Preço do Crescimento no Mercado Cultural: Do Sonho à Viabilidade Financeira

Tudo na vida, se almejamos desenvolvimento profissional, custa alguma coisa. Na Cultura, aderir à política de incentivo à cultura, por meio da Lei Federal da área, a Lei Rouanet, é a melhor forma de ter acesso à recursos de grande monta para execução  de projetos culturais em Alagoas ou em qualquer parte do Brasil.

Se você ainda não está capacitado para elaborar, executar, produzir e prestar contas de recursos federais, a opção é contratar profissionais para isso.

​Nenhuma conquista profissional relevante acontece por acaso. No setor da Cultura, transformar uma boa ideia em um projeto de grande alcance exige mais do que paixão e criatividade: exige visão estratégica e disposição para investir.

​Quando falamos em viabilizar grandes produções — seja em Alagoas ou em qualquer outra região do Brasil —, a Lei Rouanet consolida-se como o principal caminho para o acesso a recursos financeiros expressivos. Ela funciona como uma ponte entre os produtores culturais e as empresas dispostas a apoiar a arte por meio do incentivo fiscal.

​No entanto, o acesso a esse volume de recursos traz consigo uma alta responsabilidade técnica. O ciclo de um projeto federal engloba etapas rigorosas:

​Elaboração: Traduzir a ideia nas diretrizes e linguagens exigidas pelos editais e ministérios.

​Execução e Produção: Gerenciar prazos, equipes e fornecedores com máxima precisão.

​Prestação de Contas: Demonstrar com transparência o destino de cada centavo público investido.

​Dominar todas essas fases exige anos de estudo e prática. E é aqui que entra a principal reflexão sobre o custo do desenvolvimento profissional: se você ainda não domina esse processo, tentar fazer tudo sozinho pode custar a aprovação ou a viabilidade do seu projeto.


​Investir na contratação de consultores, elaboradores e produtores especializados não deve ser visto como uma despesa, mas como um investimento estratégico. Profissionais qualificados minimizam riscos, aumentam substancialmente as chances de captação e garantem a segurança jurídica do proponente.

​No mercado cultural contemporâneo, saber delegar e formar alianças técnicas é o verdadeiro divisor de águas entre o amadorismo e a sustentabilidade profissional.

sexta-feira, 7 de agosto de 2026

Edital para reconhecimento e registro de Mestres Artesãos e Mestras Artesãs


Estão abertas as inscrições do Edital de Chamamento Público nº 07/2026 para o reconhecimento e registro de Mestres Artesãos e Mestras Artesãs no âmbito do Programa do Artesanato Brasileiro (PAB).

​O edital tem como objetivo conceder a Carteira Nacional de Mestre Artesão e Mestra Artesã, destinada ao reconhecimento de artesãos e artesãs que atendam aos critérios estabelecidos no chamamento público.

​Prazo de inscrição: até 18 de outubro de 2026.

​ℹ️ O edital completo e as orientações para participação estão disponíveis em: www.gov.br/artesanato

A importância de uma representação federal comprometida com a Cultura de Alagoas


A Cultura de Alagoas é uma das maiores riquezas do nosso Estado. Dos folguedos populares às manifestações tradicionais, da música ao artesanato, do patrimônio histórico às novas expressões artísticas, a produção cultural alagoana movimenta pessoas, gera trabalho, preserva nossa identidade e leva o nome de Alagoas para o Brasil e para o mundo.

Nesse cenário, a presença de representantes do Estado no Congresso Nacional que compreendam a importância da Cultura e atuem na busca de recursos e políticas públicas pode fazer diferença para artistas, grupos culturais, mestres e mestras da cultura popular, produtores, instituições e trabalhadores da economia criativa.

O deputado federal Paulão possui atuação registrada na Câmara dos Deputados e participação no processo orçamentário federal. Em 2025, por exemplo, há registro de recursos destinados à área de Cultura, incluindo ações de promoção e fomento à cultura brasileira. Também existem registros relacionados à Cultura no orçamento de 2026.

Para Alagoas, a atuação parlamentar na área cultural pode contribuir para a ampliação do acesso a recursos federais, o fortalecimento de instituições culturais, a realização de eventos e projetos, a preservação do patrimônio e a valorização das manifestações tradicionais. A articulação no orçamento federal também é importante para que demandas dos municípios e dos segmentos culturais possam chegar às instâncias responsáveis pela execução das políticas públicas.

Outro aspecto relevante é a continuidade do diálogo entre o setor cultural alagoano e Brasília. Cultura não se faz apenas com grandes equipamentos: ela também está nos grupos de folguedos, nas quadrilhas, nos mestres da cultura popular, nos artesãos, nos músicos, nos produtores independentes, nas escolas de samba, nos artistas de rua, nos pontos de cultura e em centenas de iniciativas espalhadas pelos municípios alagoanos.

Por isso, mais do que discutir nomes, é fundamental que Alagoas tenha representantes federais que conheçam as necessidades do setor cultural, acompanhem a execução das políticas públicas, busquem recursos e mantenham diálogo permanente com quem produz Cultura no Estado.

A experiência parlamentar e a capacidade de articulação orçamentária podem ser instrumentos importantes para ampliar oportunidades para o setor cultural alagoano. O desafio é transformar recursos e políticas públicas em ações concretas que cheguem à ponta: ao artista, ao grupo cultural, ao produtor, ao mestre, à comunidade e ao público.

Valorizar a Cultura de Alagoas também significa defender investimento, planejamento, continuidade e representação política para um setor que preserva nossa memória, movimenta nossa economia e constrói diariamente a identidade do nosso povo.

quinta-feira, 6 de agosto de 2026

Como a criatividade e a cultura podem impulsionar a geração de trabalho e renda


Entenda como a criatividade e a cultura podem impulsionar a geração de trabalho e renda
Economia Criativa também impulsiona a preservação do patrimônio cultural, promove a diversidade e estimula a inovação

Mais do que um conjunto de atividades econômicas, a Economia Criativa reúne segmentos que têm como principal matéria-prima a criatividade, o conhecimento, a cultura e a inovação. São atividades cujo valor está relacionado à dimensão simbólica, à criação intelectual, à diversidade cultural e à capacidade de gerar produtos, serviços e experiências que movimentam a economia e fortalecem os territórios.

No Brasil, esse segmento abrange desde artistas, artesãos e mestres da cultura popular até produtores culturais, designers, arquitetos, desenvolvedores de games, profissionais do audiovisual, da moda, da música, da literatura, da gastronomia, das artes cênicas e de diversas outras áreas criativas.

Desenvolvimento com identidade

A Economia Criativa tem papel estratégico para promover inclusão produtiva, fortalecer economias locais e ampliar oportunidades de geração de emprego e renda.

Além do impacto econômico, a Economia Criativa também impulsiona a preservação do patrimônio cultural, promove a diversidade, estimula a inovação e amplia o acesso à cultura.

Obec

O Observatório Brasileiro da Economia Criativa (Obec) é responsável pela sistematização de dados e indicadores do setor, a Escola Solano Trindade de Cultura e Economia Criativa (Escult), que oferece formação gratuita para trabalhadores e trabalhadoras da cultura em todo o país, e a Política Nacional de Economia Criativa, Brasil Criativo, que será assinada.

Essas ações buscam ampliar oportunidades para profissionais, coletivos e empreendedores culturais, fortalecendo redes de cooperação e contribuindo para que a criatividade brasileira se transforme em desenvolvimento econômico, social e cultural.

Um setor em expansão

Ao investir em pessoas, talentos e na diversidade cultural brasileira, o país fortalece um modelo de desenvolvimento que alia geração de renda, sustentabilidade, inclusão social e valorização da cultura.

quarta-feira, 5 de agosto de 2026

Centro Cultural da Câmara dos Deputados está com inscrições abertas para edital para a agenda cultural

As inscrições para o Edital de Seleção 01/2026 do Centro Cultural da Câmara dos Deputados estão abertas.

​Artistas, curadores, instituições e organizações sem fins lucrativos já podem inscrever projetos de exposições temporárias artísticas e históricas que poderão integrar a Agenda Cultural da Câmara dos Deputados de 2027.

 *Período de inscrições: de 03 de agosto a 30 de novembro de 2026.*

​Quem pode participar?

​• Pessoas físicas maiores de 18 anos;

• Menores de idade representados por responsável legal;

• Pessoas jurídicas de direito público ou entidades privadas sem fins lucrativos.

​Modalidades:

​Exposição artística (fotografia, pintura, gravura, desenho, colagem, escultura e arte têxtil).

​Exposição histórica (temas relacionados à História do Brasil).

A participação é gratuita.

​As inscrições são gratuitas e serão feitas exclusivamente por formulário online: cd.leg.br/editalcecult26 (LINK NO STORIE)

Secult abre inscrições para o Registro do Patrimônio Vivo de Alagoas 2026


Estão abertas as inscrições para o Edital de Chamamento Público nº 04/2026, que irá selecionar um novo integrante para o Registro do Patrimônio Vivo do Estado de Alagoas. A iniciativa tem como objetivo reconhecer e valorizar mestres e mestras responsáveis pela preservação, transmissão e continuidade dos saberes tradicionais e populares que compõem o patrimônio cultural imaterial alagoano.

O edital prevê a seleção de um novo inscrito para o Livro do Registro do Patrimônio Vivo. A vaga foi aberta em razão da vacância decorrente do falecimento de uma pessoa anteriormente registrada, respeitando o limite de registros ativos estabelecido pela legislação estadual.

Podem participar brasileiros residentes em Alagoas há mais de 20 anos, que comprovem atuação cultural contínua pelo mesmo período e sejam reconhecidos pela comunidade pela preservação e transmissão de conhecimentos tradicionais. Entre as áreas contempladas estão danças e folguedos populares, literatura oral e escrita, gastronomia, música, artes cênicas, artesanato e outras manifestações culturais.

O mestre ou mestra selecionado receberá uma bolsa mensal correspondente a 1,5 salário mínimo, além do reconhecimento oficial como Patrimônio Vivo do Estado de Alagoas. Também terá a missão de participar de ações promovidas pelo Estado voltadas ao ensino, documentação e compartilhamento de seus conhecimentos, contribuindo para que esses saberes sejam preservados e transmitidos às futuras gerações.

As inscrições podem ser feitas até 28 de agosto de 2026, de forma online, por meio do Cadastro Único da Cultura de Alagoas (CUCA), por meio do cuca.al.gov.br, ou presencialmente na sede da Secult, mediante entrega da documentação exigida em edital.

Confira o edital completo https://secult.al.gov.br/editais-e-concursos/editais-e-concursos-2026/category/803-edital-de-chamamento-publico-n-04-2026-inscricao-no-registro-do-patrimonio-vivo-do-estado-de-alagoas

Bolsa Família quebra ciclo da pobreza, diz estudo

Estudo da Fundação Getulio Vargas (FGV), realizado em parceria com o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social (MDS), revela que 60...