terça-feira, 30 de abril de 2024

Perse: projeto que reformula incentivos ao setor de eventos segue para a sanção


O Senado aprovou, nesta terça-feira (30), o projeto de lei que estabelece um teto de R$ 15 bilhões para os incentivos fiscais do Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos (Perse), criado para socorrer o setor durante a pandemia de covid-19. O texto também prevê a redução dos tipos de serviços beneficiados, de 44 para 30. O PL 1.026/2024 foi aprovado com mudanças de redação e seguirá para a sanção presidencial.

O projeto, dos deputados José Guimarães (PT-CE) e Odair Cunha (PT-MG), foi apresentado como uma alternativa ao texto da MP 1.202/2024, que acabava com o programa, e que gerou reação dos parlamentares e do setor. A parte sobre o Perse acabou sendo retirada da MP, já aprovada em comissão mista. O texto inicial do projeto de lei reduzia progressivamente os benefícios tributários até extingui-los a partir de 2027.

O texto aprovado pelo Senado traz as mudanças já feitas na Câmara e duas alterações sugeridas pela relatora, senadora Daniella Ribeiro (PSD-PB). Para a senadora, a aprovação do projeto beneficia milhares de cidadãos que são diretamente e indiretamente beneficiados pelo programa.

— Viva o Perse! Sim ao Perse! O Perse não é farra com dinheiro público, o Perse é justiça social para quem trabalha, para quem honra. Se houve, em algum momento, algum erro durante o processo do percurso, o que com qualquer programa pode acontecer e pode existir, que se coloquem as travas, como foram colocadas — argumentou a relatora.

Regras

O teto estabelecido pelo projeto valerá para o período entre  abril de 2024 e dezembro 2026. Os valores serão  demonstrados pela Secretaria Especial da Receita Federal em relatórios bimestrais de acompanhamento. Os benefícios da alíquota zero dos tributos envlvidos (IRPJ, CSLL, PIS e Cofins) ficarão extintos a partir do mês subsequente àquele em que o Executivo demonstrar que o custo fiscal acumulado atingiu o limite fixado.

A alíquota zero enquanto houver dinheiro vale para 30 atividades previstas no texto, para empresas que as exerciam como atividade principal ou preponderante em 18 de março de 2022, quando foi derrubado o veto do então presidente Jair Bolsonaro ao projeto que criou o programa.  Para evitar a concessão de benefícios a empresas não foram submetidas às restrições da pandemia, o texto veda a participação de empresas que estavam inativas entre 2017 e 2021.

As pessoas jurídicas tributadas pelo lucro real (de faturamento maior que R$ 78 milhões e possibilidade de deduções) ou pelo lucro arbitrado (geralmente usado pelo Fisco por falta de escrituração) poderão contar com todos os benefícios do Perse em 2024, mas, em 2025 e 2026, a alíquota reduzida a zero será restrita à Cofins e à contribuição para o PIS/Pasep.

Com a aprovação do projeto, deixam de contar com o Perse as seguintes atividades antes contempladas: albergues, campings e pensões; produtoras de filmes para publicidade; locação de automóveis com motorista; fretamento rodoviário de passageiros e organização de excursões; transporte marítimo de passageiros por cabotagem, longo curso ou aquaviário para passeios turísticos; e atividades de museus e de exploração de lugares e prédios históricos e atrações similares.

Mudanças

Uma das alterações feitas pela relatora e consideradas como emendas de redação é a correção do teto de incentivos pelo índice oficial de inflação. A medida, na explicação de Daniella, é necessária para que o teto de R$ 15 bilhões seja cumprido de forma justa.

Outra mudança deixa claro que não serão incluídos no teto de custo fiscal os tributos que sejam objeto de discussão administrativa ou judicial não transitada em julgado. A intenção, de acordo com a relatora, é evitar que benefícios concedidos em função de ações judiciais sem decisão final façam parte do cálculo do gasto tributário até que obtenham sentença definitiva

A relatora também retirou algumas das alterações que pretendia sugerir no texto e rejeitou várias emendas de senadores que buscavam incluir novas atividades no projeto, como motéis, por exemplo, ou reincluir atividades retiradas, como produtoras de filmes, transporte coletivo e museus. A intenção era evitar que as mudanças fizessem o texto retornar à Câmara e atrasassem uma solução para o setor.

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, elogiou o trabalho da relatora e afirmou que essas alterações não feitas são o custo da urgência para uma solução do problema enfrentado pelo setor.

— Apenas para a compreensão de todos, isso é o preço ou custo que se paga de se levar direto ao Plenário a votação de um projeto, sem passar pelas comissões, o que nós fizemos como compromisso com o setor de eventos do Brasil, para que pudéssemos dar agilidade, ainda no mês de abril, para a aprovação deste projeto — explicou.

Críticas

Para o senador Izalci Lucas (PL-DF), na prática, parte do setor está ficando fora dos benefícios e o Senado está deixando de exercer suas prerrogativas para evitar a demora na aprovação. Ele afirmou eu será preciso buscar alternativas para os setores excluídos, como os albergues e pensões.  

— Nós vamos votar favoravelmente, evidente, mas rogando ao governo para que pegue parte desses segmentos que ficaram fora, em que às vezes o impacto não é tão grande, para considerar, realmente, fazer um novo projeto, alguma coisa nesse sentido — disse o senador, que tem defendido a permanência do programa desde a edição da MP que acabaria com o Perse.

Já o senador Carlos Portinho (PL-RJ) afirmou que o  governo “entregou a cabeça de alguns setores para salvar outros”. Ele criticou a retirada dos museus das atividades beneficiadas, mas retirou o pedido de destaque para uma emenda que reincluía o setor, para não atrasar a aprovação.

De acordo com o governo, o impacto previsto na época em que foi criado o programa seria de R$ 4,4 bilhões ao ano. Com a ampliação em 2023, o impacto teria crescido para até R$ 17 bilhões. O líder do governo, senador Jaques Wagner (PT-BA), afirmou que alguns setores não usaram bem o programa.

Alguns se aproveitaram do que foi feito com a boa intenção de salvar um setor e usaram isso mal. Eu não vou entrar nesse detalhe, que agora já superamos, na medida em que estabelecemos um teto, e, portanto, eu acho que chegamos num denominador comum. Eu acho que esse é o papel das duas Casas na relação com o Executivo. Repito sempre que na democracia ninguém sai com o que pensa, tem que sair com uma coisa mediada — disse o líder do governo

Para o senador Rogerio Marinho (PL-RN), líder da oposição, apesar de o país não estar mais vivendo um momento emergencial, é importante que o governo tenha a sensibilidade de que não se pode cortar abruptamente o benefício sem causar dificuldades para os envolvidos.

— Essa negociação que ocorreu aqui é importante, e nós temos que elogiar o trabalho do Congresso Nacional e do setor, que é organizado, buscou o governo, fez a interlocução junto com os parlamentares, e chegamos a este término, que certamente não é o ideal, mas é o possível neste momento — ponderou o líder.

Turismo

Para parte das atividades contempladas, os benefícios dependem da inclusão regular no Cadastro dos Prestadores de Serviços Turísticos (Cadastur) em 18 de março de 2022. A novidade é que as empresas que regularizaram a situação entre essa data e 30 de maio de 2023 também poderão contar com o Perse. Em maio do ano passado, foi publicada a lei que ampliou os serviços beneficiados.

Estão nessa situação os restaurantes, bares e similares, agências de viagem, operadores turísticos, jardins botânicos, zoológicos, parques nacionais, reservas ecológicas e áreas de proteção ambiental, parques temáticos e de diversão, e atividades de organizações associativas ligadas à cultura e à arte.

Vigência

Como a MP 1.202/23, que extinguiu os benefícios, continua em vigor, as empresas devem pagar as alíquotas normais até a conversão em lei da MP (sem a parte do Perse) ou do projeto. O montante de PIS/Cofins e de CSLL pagos pelos beneficiários nesse período poderá ser compensado com débitos próprios relativos a tributos federais, vencidos ou a vencer, ou mesmo devolvidos em dinheiro, observada a legislação específica.

“A aprovação imediata impedirá que os contribuintes desembolsem os tributos para conseguir o ressarcimento somente em um momento futuro. Evitaremos, assim, a descapitalização, ainda que provisória, das empresas do segmento”, explicou Daniella no relatório.

Fonte: Agência Senado

quinta-feira, 25 de abril de 2024

Multar as empresas impedirá os protestos nas ruas


É cada vez mais constante o número de protestos de populares contra empresas que deveriam prestar serviços decentemente à população,  como Equatorial (Energia) e a BRK (fornecimento de água), que desrespeitam o consumidor e que contam com a cumplicidade do poder público desde as condições que lhes são dadas durante os leilões destes serviços.

Quando a população tem os seus direitos desrespeitados, com a ausência ou deficiência nos serviços prestados, ela já está em seu limite, pois ninguém fecha rua, toca fogo em pneus, móveis etc, à toa, não.  Fazem isso porque não aguentam mais o descaso destas empresas e pedem socorro.

O correto, sim, seria acionar a polícia, o Ministério Público, o Exército,  Polícia Federal... a boba da peste, para prender os executivos destas prestadoras de serviços. Não tem que mandar a PM negociar a abertura não.  Deveriam multar as empresas toda vez que houvesse um protesto em via pública.  A população merece respeito!! Se multar as empresas,  dificilmente, os deserviços aconteceriam, mas tem que multar, de verdade,  como R$  1 milhão por dia de protesto público.

Temos que moralizar essa relação com estas empresas, pois depois que privatizaram estes serviços, tudo piorou. Não temos que criticar a população que protesta, mas sim os responsáveis pelo péssimo serviço prestado.

quarta-feira, 24 de abril de 2024

Presidente Lula sanciona leis que fortalecem setor e trabalhadores da cultura


Nesta quarta-feira (24), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou dois importantes projetos de lei (PLs) que representam avanços significativos para a cultura brasileira e para os trabalhadores do setor. A primeira delas é a Lei 3.724/2021, que reconhece os blocos e bandas de carnaval como manifestação da cultura nacional. 

A segunda, o Projeto de Lei n° 5009/2019, que atribui medidas especiais de proteção trabalhista aos trabalhadores em arquivos, bibliotecas, museus e centros de documentação e memória.

A agenda no Palácio do Planalto contou com a presença da ministra da Cultura, Margareth Menezes, e do secretário-Executivo do MinC, Márcio Tavares. 

Manifestação da cultura nacional

O PL 3.724/2021, de autoria da deputada federal Maria do Rosário, reconhece os blocos e bandas de carnaval, incluindo seus desfiles, música, práticas e tradições. Ao poder público caberá assegurar a livre atividade destes grupos e a realização de suas apresentações. 

Para a ministra da Cultura, Margareth Menezes, o reconhecimento dos blocos e bandas de carnaval como manifestação da cultura nacional é um passo significativo para valorizar e preservar a tradição festiva.

“É uma conquista que fortalece nossa identidade cultural e ressalta a importância dessas expressões para o Brasil. Estamos celebrando não apenas o carnaval, mas também a diversidade e a criatividade do nosso povo”, celebrou.

Os blocos e bandas de carnaval reúnem elementos históricos, sociais e culturais de diversas regiões do país. De acordo com a deputada federal Maria do Rosário, "o Brasil se orgulha das suas manifestações culturais e o Governo Federal assume mais uma vez a responsabilidade de valorização desse patrimônio cultural".

Marcelo Gentil, presidente do bloco afro carnavalesco Olodum afirmou que a sanção da Lei é um momento de festa para todos os fazedores de cultura.

“Hoje é uma data de orgulho para nós fazedores do carnaval. O presidente Lula demonstrou seu compromisso com a cultura nacional ao reconhecer os blocos e as bandas de Carnaval como manifestação da cultura nacional. O Olodum é um bloco afro-baiano que está completando agora em abril 45 anos de existência, mas todos nós estamos festejando hoje com o reconhecimento do trabalho de tantos fazedores de cultura e do Carnaval”, disse. Desde 2017, o Olodum é considerado patrimônio cultural imaterial do estado da Bahia.

Também um símbolo do carnaval, as escolas de samba foram reconhecidas como manifestação da cultura nacional, por meio da Lei 14.567, de 2023. 

Proteção aos trabalhadores

Já em relação à Lei n° 5009/2019, os trabalhadores em arquivos, bibliotecas, museus e centros de documentação e memória passam a ter garantias especiais de proteção em seus locais de trabalho, visando a preservação da sua saúde e bem-estar.

O projeto altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT – Decreto-Lei 5.452, de 1943) para prever medidas de saúde e segurança aos trabalhadores nesses ambientes, devido à constante exposição a agentes nocivos causadores de graves doenças, principalmente respiratórias.

Para Marco Lucchesi, presidente da Fundação Biblioteca Nacional (FBN), o Projeto de Lei 5.009/2019, sancionado pelo presidente Lula, representa uma conquista fundamental para o bem-estar da cultura.

“A relevância de arquivos e acervos torna-se mais forte quando a atenção aos operadores da memória é contemplada a partir da proteção da saúde e das políticas que melhorem a qualidade do trabalho. A memória do país depende diretamente da qualidade de vida de seus operadores. Portanto, a sanção do presidente da República é um passo fundamental para o bem-estar da cultura, das instituições e de seus trabalhadores”, declarou.

Participaram das assinaturas os ministros Margareth Menezes (Cultura), Esther Dweck (Gestão e Inovação em Serviços Públicos), Silvio Costa Filho (Portos e Aeroportos) e Alexandre Padilha (Secretaria de Relações Institucionais).


MinC

Prefeitura de Maceió será obrigada a pagar artistas locais em até 30 dias


A Câmara Municipal de Maceió (CMM) aprovou, em duas discussões, nesta quarta-feira (24), o Projeto de Lei que estabelece que o pagamento dos artistas locais em apresentações promovidas pelo Município sejam realizadas em até 30 dias.

Ação foi tomada após diversos artistas denunciarem o não pagamento de cachês de eventos patrocinados pela prefeitura municipal. O objetivo do projeto é garantir o pagamento dentro do prazo aos artistas locais que se apresentam em eventos promovidos pela Prefeitura de Maceió. Essa medida visa não apenas a remuneração dos artistas, mas também a promoção e a valorização da cultura local.

Em fevereiro deste ano, artistas alagoanos protestaram na sede da prefeitura para garantir melhores condições aos trabalhadores da cultura em Maceió e também para receber o dinheiro de eventos em que trabalharam para o município.

Artistas que participaram do São João de 2023, ficaram meses sem receber. Segundo a representante da Associação dos Forrozeiros de Alagoas, o valor devido a 25 artistas locais era de R$ 60 mil, com cada um recebendo, em média, R$ 2 mil de cachê.

Após a aprovação em duas discussões, a lei será enviada para apreciação do Poder Executivo.

Fonte: Jornal de Alagoas 


terça-feira, 16 de abril de 2024

Comissão do Senado aprova cota para produções nacionais no streaming


A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado Federal aprovou, nesta terça-feira (16/4), o projeto de lei (PL) que cria cota de conteúdos nacionais nos serviços de streaming e autoriza a cobrança da Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional (Condecine) para as plataformas.

O texto tem caráter terminativo. Ou seja: segue agora direto para apreciação da Câmara dos Deputados, a menos que haja requerimento para apreciação no plenário do Senado.

A regulamentação vale para todas as empresas baseadas no país, independente de onde fica a sede da companhia.

Regulação do streaming causa nova disputa entre Globo e redes sociais

A cobrança da Condecine será feita de forma anual, com alíquota máxima de 3% da receita bruta das empresas. As alíquotas serão divididas da seguinte forma:

- empresas com faturamento anual inferior a R$ 4,8 milhões: alíquota zero;

- empresas com faturamento anual entre R$ 4,8 milhões e R$ 96 milhões: alíquota de 1,5%;

- empresas com faturamento anual acima de R$ 96 milhões: 3%.

O número mínimo de produções brasileiras a serem disponibilizadas em cada serviço de streaming varia de acordo com o número total de produções disponibilizadas.

terça-feira, 9 de abril de 2024

Registro do Patrimônio Vivo 2024 de Alagoas está com inscrições abertas

O Governo de Alagoas anunciou a abertura das inscrições para o Edital de Registro do Patrimônio Vivo de Alagoas (RPV-AL) 2024. Este ano, serão disponibilizadas três vagas em decorrência dos falecimentos de três mestres do Patrimônio Vivo em 2023. A iniciativa é da Secretaria de Estado da Cultura e Economia Criativa (Secult),

Os mestres falecidos são Juvêncio Joaquim dos Santos, conhecido como Mestre Juvêncio da Chegança, de Rio Largo; Anadeje de Moraes Silva, a Mestra Rainha do Guerreiro Leão Devorador, da Chã da Jaqueira, em Maceió; e José Pereira Lima, mais conhecido como Mestre Dedeca, do Reisado Nossa Senhora Aparecida, de Água Branca.

O período de inscrições para se tornar parte do Patrimônio Vivo do Estado de Alagoas vai de 9 de abril de 2024 a 23 de maio de 2024. Será considerada apta para inscrição no RPV-AL qualquer pessoa natural de Alagoas que possua conhecimentos ou técnicas necessárias para a produção e preservação de aspectos da cultura tradicional ou popular de uma comunidade.

Os candidatos devem atender requisitos como ser brasileiro e residir em Alagoas há mais de 20 anos; ter participação em atividades culturais por mais de 20 anos, comprovada por currículo, portfólio e declarações de entidades reconhecidas; estar capacitado para transmitir conhecimentos à sociedade, presencialmente ou por meios de comunicação, e não ser registrado como Mestre de Patrimônio Vivo em municípios alagoanos.

A secretária de Estado da Cultura e Economia Criativa, Mellina Freitas, destacou a importância do Edital e o significado do reconhecimento desses mestres como Patrimônio Vivo. "Este edital não apenas celebra a riqueza cultural e tradicional de Alagoas, mas também honra o legado desses mestres que dedicaram suas vidas à preservação e promoção da nossa identidade cultural única", disse a gestora.

"Ao reconhecer esses mestres como Patrimônio Vivo, estamos assegurando que suas contribuições não se percam no tempo, mas sim que continuem a inspirar e educar as gerações futuras", acrescentou.

As inscrições podem ser feitas de segunda-feira a sexta-feira, das 9h às 16h, no setor de Protocolo da Secult, localizada na Praça Marechal Floriano Peixoto, S/N, no Centro de Maceió, ou online através do Cadastro Único da Cultura Alagoana (Cuca), no endereço cuca.al.gov.br.

A documentação necessária inclui currículo ou portfólio, cópias de documentos, declarações de entidades reconhecidas, dados bancários e procuração em caso de inscrição por terceiros. É importante respeitar o prazo estabelecido e garantir que a documentação esteja completa, pois inscrições incompletas serão automaticamente desclassificadas.

O programa é financiado pelo Fundo de Desenvolvimento de Ações Culturais (FDAC), com a bolsa de incentivo para os selecionados consistindo no pagamento mensal de 1,5 salário mínimo, conforme estabelecido pela Lei Estadual 7.172/2010.

O resultado final será divulgado no dia 12 de agosto. 

segunda-feira, 8 de abril de 2024

BC lança moeda de R$ 5,00 para comemorar aniversário da 1ª Constituição do Brasil


Em comemoração aos 200 anos da primeira Constituição, o Banco Central (BC) lançará uma moeda comemorativa de prata, com valor de face de R$ 5,00. A cerimônia de lançamento ocorrerá na quinta-feira, 11, às 9h30, no Salão Nobre do Congresso Nacional. O formato e os detalhes da moeda serão divulgados somente no evento na sede da Legislativo. ⁣

Segundo a autoridade monetária, o lançamento da moeda comemorativa é uma homenagem ao Poder Legislativo, celebrando o bicentenário da primeira Constituição, que implementou o bicameralismo no país, com a criação da Câmara dos Deputados e do Senado Federal.⁣

sexta-feira, 5 de abril de 2024

Asfopal lançou nesta sexta (05) seu Guia de Manifestações Culturais com café da manhã

  





A Associação dos Folguedos Populares de Alagoas lançou nesta sexta, dia 05, no Mercado de Jaraguá, a terceira edição de seu Guia Asfopal de Manifestações Culturais Ranilson França, com a presença de mestres, mestras,  brincantes da associação,  além de amigos, produtores e artistas alagoanos,  que foram prestigiar o lançamento, como lembrou o Produtor Cultural e Presidente do Núcleo Cultural Nação Imperial, Eugênio Vilela: "Só temos que parabenizar à Asfopal e ao seu Presidente, Ivan Barsand, por este trabalho, que só nos inspira... a todos nós que temos trabalhos e contatos com a cultura popular ", finalizou Vilela.




O Guia é fruto de um trabalho para fortalecer, não só aos integrantes da Asfopal,  mas ajuda à população a conhecer muitos dos mestres e brincantes populares de Alagoas. "Vocês (Asfopal) estão de parabéns por este trabalho, pois nos ajuda a conhecer tantos artistas... é um trabalho de catalogação fundamental para Alagoas", foi o que disse a Consultora em Design Gráfico, Vânia Amorim.



Segundo o Presidente da Asfopal,  Ivan Barsand: "Este trabalho só nos orgulha e motiva, pois é um trabalho fundamental de divulgação e catalogação de nossos artistas populares,  bem como da divulgação, da cultura popular alagoana", finalizou Barsand.

No Guia Asfopal pode-se acessar informações de mais de 20 grupos e quase 30 mestres, mestras e brincantes, além de informações sobre os referidos folguedos.

O Guia pode ser visto e baixado, no formato PDF, no blog da associação: asfopal.blogspot.com, além de poder ser visto em formato JPEG, (foto), tornando-se uma ferramenta importante nesse processo de divulgação destas manifestações, num mundo altamente conectado, não se  pode esquecer das mais belas e essenciais manifestações artísticas,  com nossos mestres e brincantes.

Mais informações, por WhatsApp ou ligação:

(82) 98837-5011 - Ivan

quarta-feira, 3 de abril de 2024

Asfopal fará o pré-lançamento, nesta quinta (04), do terceiro número de seu Guia de Manifestações Populares. O lançamento será nesta sexta, às 8:30h no Mercado de Jaraguá

A mais longeva entidade dedicada à cultura popular de Alagoas, a ASFOPAL, (Associação dos Folguedos Populares de Alagoas), com 38 anos dedicados aos mestres, brincantes e grupos populares, fará o pré-lançamento,  nesta quinta (04/04), da terceira edição de seu Guia Asfopal de Manifestações Culturais Ranilson França, consolidando este trabalho que a associação tem, de divulgação de seus grupos, brincantes e mestres da cultura popular, estreitando as relações entre estudiosos, curiosos e imprensa com brincantes, mestres e grupos e inspirando outras entidades.

O lançamento, oficial, será nesta sexta, às 8:30h no Restaurante da Baiana, no Mercado de Jaraguá.


O evento do pré-lançamento, ocorrerá nesta quinta (04), a partir das 18h, durante o Primeiro Encontro "Cultura Popular Alagoana e o Novo Ministério da Cultura", que ocorrerá no  Centro Cultural Arte Pajuçara , e que contará com a presença de Sebastião Soares - Diretor de Promoção das Culturas Populares no Ministério da Cultura.


Este trabalho, como a mais antiga entidade da cultura popular de Alagoas é justamente servir como inspiração, defesa e divulgação de nosso folclore e seus partícipes, agregando e trocando experiências, além de aproximar cada vez mais, a população de nossas tradições, brincadeiras e manifestações culturais, com toda sua riqueza, seja visual ou histórica, e o Guia Asfopal ajuda neste processo árduo, porém,  extremamente prazeroso e importante, como diz o Presidente da Associação,  Ivan Barsand: " É um trabalho fundamental de divulgação e catalogação destes artistas populares,  bem como de sua divulgação, que nos dá orgulho e nos traz a sensação de que estamos no caminho certo em prol da cultura popular", finalizou Barsand.


O Guia pode ser visto e baixado, no formato PDF, no blog da associação: asfopal.blogspot.com, uma ferramenta importante nesse processo de divulgação destas manifestações, num mundo altamente conectado, não se  pode esquecer das mais belas e essenciais manifestações artísticas,  com nossos mestres e brincantes.


No Guia Asfopal pode-se acessar informações de mais de 20 grupos e quase 30 mestres, mestras e brincantes, além de informações sobre os referidos folguedos. "É um trabalho apaixonante e interminável, pois a cultura popular está sempre se renovando, ao mesmo tempo preservando, mas também mantendo-se atualizando tecnologicamente para se manter viva e acessível", finalizou Ivan Barsand.


Serviço:

PRÉ-LANÇAMENTO do Guia Asfopal de Manifestações Populares Ranilson França - Quinta, 04 de abril, às 18h

Centro Cultural Arte Pajuçara,  em Maceió


LANÇAMENTO - Café da Manhã no Restaurante Recanto da Baiana, no Mercado de Jaraguá

Sexta (05), às 8:30h


A edição de n⁰ 03 do Guia Asfopal de Manifestações Culturais Ranílson França estará disponível para download a partir desta sexta, 05 de abril, no blog: asfopal.blogspot.com e por WhatsApp, pois é só pedir que a Asfopal enviará, gratuitamente.


Mais informações, por WhatsApp ou ligação:

(82) 98837-5011 - Ivan

(82) 99971-4281 - Keyler

Governo do Brasil investe R$ 28 milhões para fortalecer o artesanato

O governo federal anunciou, nessa terça-feira (31), um pacote de R$ 28 milhões em medidas para ampliar a formalização e fortalecer o artesan...