Daí de propormos que se torne lei a real valorização na produção cultural local, majoritariamene, tipo a cada R$ 1,00 investido em contratações de fora de Maceió, ao menos R$ 4,00 em produção local.
Ao mesmo tempo nos preocupamos com o que vemos em festas como o São João e Natal. Nas festas juninas vemos uma invasão de artistas e simbologia, por exemplo, do interior de São Paulo, onde se propaga a cultura sertaneja, e aqui em Maceió nossa cultura é a do forró. No Natal somos humilhados ao vermos símbolos de territórios gelados, serem enaltecidos, mas estamos no Hemisfério Sul, em pleno verão. Temos folguedos natalinos como Pastoril, Guerreiro, Reisado, Fandango, Taieiras, que simplesmente são ignorados pela gestão municipal. Precisamos de uma lei que direcione os recursos público para nossa história cultural e de hábitos, pois não dá para admitir a afluência de símbolos como duendes, bonecos de neve e papai noel de luvas e roupas de inverno, quando podemos tê-lo de bermudas, camisetas, camisas... etc... tudo, inclusive vendido no Mercado público do Artesanato, no Centro, ou na Feirinha do Artesanato da Pajuçara.
Os tempos mudaram e não se admite mais essa submissão cultural de quem mais nos explorou, historicamente. Não podemos nos submeter a ignorância de pessoas que não tem capacidade de ocupar cargos públicos, principalmente, na área da cultura.
Resumindo: precisamos de uma lei em que a Cultura local seja prestigiada, valorizada e enaltecida. Onde os artistas locais sejam devidamente valorizados contratados e pagos. E que nossss festas reflitam a nossa terra e a nossa gente, pois o dinheiro público tem que ser para isso.





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