Mais uma vez o Brasil, no século XXI, foi vítima e testemunha de mais um crime provocado por agentes do Estado, pagos para cuidar da segurança da sociedade, nesta última quarta-feira (25). Os agentes da Polícia Rodoviária Federal envolvidos na abordagem que terminou na morte de Genivaldo de Jesus Santos, de 38 anos, assassinos, legitimados por um país equivocado, no caminho da idade média.
Tais agentes admitiram que fizeram uso de spray de pimenta e gás lacrimogêneo, conforme o boletim divulgado pela PRF nesta quinta-feira (26).
Genivaldo, o assassinado, morreu na tarde desta quarta-feira (25) após
ser preso no porta-malas de uma viatura durante uma abordagem de policiais
rodoviários federais em Umbaúba, no sul do estado de Sergipe, a cerca
de 100 km de Aracaju.
Os agentes permaneceram durante todo o tempo com seus capacetes e agindo de forma truculenta, jogaram a vítima na traseira da viatura, já algemado com mãos e pés imobilizados, e jogaram bombas de gás lacrimogêneo na mala e fecharam a porta do carro. Ora, um assassinato mais premeditado do que este não existe. Se eles prendem o indivíduo, amarram seus pés e mãos, jogam numa mala da viatura e atiram bomba de gás, deixando-o sufocar propositadamente. Não há defesa!!
A União tem que indenizar a família e providenciar a demissão, o julgamento e a condenação máxima destes assassinos.
No boletim de ocorrência, os agentes
também afirmam que Genivaldo morreu "possivelmente devido a um mal
súbito". Mal súbito???? ELE FOI ASSASSINADO!! A Polícia Federal disse ao portal g1, da Globo, que não vai
revelar os nomes dos policiais. De acordo com o Instituto Médico Legal (IML) de
Sergipe, Genivaldo morreu por asfixia mecânica e insuficiência
respiratória aguda.

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