A invenção da professora Suélia Fleury Rosa, da Universidade de Brasília (UnB) é um curativo de látex natural, que ajuda a criar novos vasinhos de sangue, com luzes de led, que ativam as células da pele, fazendo com que a cicatrização de feridas seja muito mais rápida.
Só no Brasil, cerca de 50 mil amputações ocorrem anualmente por causa do pé diabético, condição caracterizada por alterações neurológicas, vasculares e que podem causar feridas de difícil caracterização. Se não tratadas, levam à amputação. Esse tipo de quadro é comum em pessoas de baixa renda e com pouco acesso à educação.
A ideia demorou quase 20 anos para sair do papel, mas já conseguiu ter a eficácia comprovada e autorização do Inmetro. Agora, a tecnologia aguarda pela aprovação e autorização da Anvisa para chegar ao SUS.

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