O fato que vou aqui relatar nunca foi transcrito. Mas agora vejo a importância de divulgar.
No ano de 2000, fui com amigos para a casa de outro amigo: Edu Passos, em Ipioca, litoral norte de Maceió, que dividia o espaço com um outro amigo e colega de trabalho Jorge Reis (saudoso). Era dia 25 de novembro, um sábado, (lembro do dia porque era aniversário de um grande amigo meu, Marcos Rodrigues) daquele ano, por volta das 14h, e eu e minha amiga Fernanda, estávamos visitando nosso amigo Jorge, que estava com um amigo dele em casa. A conversa estava tão boa que Jorge propôs que fôssemos à praia ali próximo comer e beber alguma coisa. Eu não bebo álcool e Fernanda estava dirigindo, por isso também não bebeu. Mas fomos... na praia, em plena areia da praia tinha um mini trailer onde funcionava um bar e mini lanchonete, onde pedimos pratos como filé com fritas e outras guloseimas. Jorge e o amigo beberam cerveja, mas eu e Fernanda só nas guloseimas e refrigerantes...
A tarde estava terminando, o sol baixando e o trailer estava fechando. Continuamos no banho na praia e quando o trailer teve que fechar, ficamos sentados nas cadeiras e nas toalhas de praia que levamos... por volta das 18:15h, já estava escuro e o trailer fechado, mas as luzes dos terrenos ali em frente do mar nos iluminavam, e então percebemos no alto, bem longe, bem acima de nossas cabeças à esquerda, pequenas luzinhas se movimentando... deviam ser umas 10, se mexendo de forma incomum, chamando nossa atenção ... continuamos a olhar aquilo, com o tempo percebemos que não era estrela, meteoro, asteróides e nada parecido, pois possuía uma movimentação bastante peculiar, como abelhas ao redor da colméia, com movimentos inteligentes, com mudança de rumo.
Lembro que liguei para meu amigo Marcos, que estava aniversariando e comentei o que estava acontecendo e ele me disse: "Cara, você começou a fumar? Só pode..." tirando onda. Com o tempo, o que eram cerca de 10 objetos, passou para uma centena... e depois, várias centenas em movimentos lógicos como se estivessem sobrevoando algo ou o protegendo. Nosso amigo Jorge, ficou ligeiramente assustado, seu amigo já estava bem "alto" e eu e Fernanda ficamos vendo e tentando entender o que era aquilo.
Essa experiência durou cerca de 40 a 50 minutos e foi diminuindo até cessar de vez.
Todos nós ficamos estarrecidos e voltamos para casa cientes de que o que vimos era algo único e totalmente inexplicável.

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