domingo, 6 de novembro de 2022

Ministério da Cultura não é palco para amadores


Enquanto a inércia ou a letargia por parte da comunidade cultural brasileira toma conta, nomes cada vez mais esdrúxulos vem à tona como possíveis ministeriáveis da Cultura. Além de Daniela Mercury, a família Gil, com Flora ou Bella Gil, começam a circular.

Nada contra estes nomes, artisticamente ou pessoalmente falando, mas não tem a menor condição profissional de conduzir o Ministério da Cultura, pois não precisamos de nomes estrelados para a pasta, mas de pessoas habilitadas para tal função administrativa e política.



Não há dúvida que o nome do ex-ministro da pasta, Juca Ferreira é o mais indicado, juntamente com o nome da deputada federal Jandira Feghali, mas perder Jandira,  no Congresso,  seria um retrocesso, ainda mais pelo seu envolvimento em causas como direitos humanos, mulheres e LGBTQIA+, também bastante atingidos pelos ataques e desmandos, nos últimos 4 anos.

Se não for tomada providências sérias junto ao Presidente Lula, correremos o risco de termos um espetáculo de amadorismos na Cultura nacional.

Precisamos de mais atitudes pois não podemos perder mais tempo na retomada do desenvolvimento cultural no Brasil.

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