Na mesma moeda - Pizzaria trola consumidor que fez pix falso



O dono de uma pizzaria, em Teresina (PI) levou para outro patamar a vingança por causa de golpe com pix fake.

Robson Costa, dono de uma pizzaria da Zona Leste de Teresina, decidiu "trollar" um golpista que tentou comprar uma pizza com um Pix falso na última segunda-feira (25). Para isso, ele mandou entregar uma pizza e um refrigerante "falsos".

Segundo Robson, ele já tinha tido um prejuízo de R$ 300,00 com a mesma pessoa há cerca de um mês e o homem já estava tentando um golpe contra outro estabelecimento.

"Há cerca de um mês, tomamos esse prejuízo de R$ 300,00 com um Pix falso, foi a primeira vez em 12 anos de pizzaria, aí ficamos mais vigilantes, principalmente com Pix falso. Agora a gente só entrega depois que realmente confirma o valor na conta", contou.

Na noite de segunda-feira (25), ele notou no aplicativo bancário a chegada de dois Pix de R$ 0,01 (um centavo). Isso já deixou o empresário atento.

Minutos depois, a atendente do local informou para ele que não estava conseguindo conferir a chegada de uma transferência de um cliente que tinha mandado o comprovante. Eles notaram então que o documento era falso.

Com os dados da transferência de R$ 0,01, o homem editou o comprovante e alterou o valor para R$ 55,00, o valor da pizza.

Pizza sem recheio e suco salgado

Depois de perceber que provavelmente se tratava do mesmo homem que já tinha dado um golpe na pizzaria, eles resolveram fazer uma "brincadeira" com o homem, entregando uma pizza sem recheio e um suco com sal.

Na hora da entrega, o endereço e as as características físicas eram semelhantes às do homem que tinha aplicado o golpe anteriormente. Depois do pedido recebido e checado, o golpista disse por WhatsApp ao empresário que não tinha entendido a entrega daquela forma e em seguida bloqueou a pizzaria.

Projeto propõe que nem todo roubo seja considerado crime

  


Uma proposta de projeto de lei, o PL 4540/2021, que altera o artigo 155 do Código Penal para prever o furto por necessidade e o furto insignificante e dá outras providências, tem criado certa confusão.

De autoria da deputada Talíria Petrone, o PL alega que o crime de furto representa 11% das prisões feitas no País e que a medida poderia reduzir a lotação dos presídios. Ela também afirma que a prática é uma violação patrimonial sem violência, o que justificaria a substituição da pena de reclusão por medidas mais brandas. O projeto de lei ainda precisa ser despachado pelo presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), para que comece a ser discutido. Não há previsão para que isso ocorra.

Não há, no texto, nenhuma menção à criação de uma categoria profissional ou do ganho de benefícios como aposentadoria. Um post no Instagram da página Fofoquei Brasil Oficial, com essas alegações, recebeu ao menos 4.861 likes e 500 comentários. A conta não fornece uma forma de contato e não foi possível pedir um posicionamento.

A proposta foi apresentada em 17 de dezembro de 2021. Ela visa alterar o artigo 155 do Código Penal, que trata do crime de furto. A deputada pretende definir o furto por necessidade, quando for cometido “por agente em situação de pobreza ou extrema pobreza, para saciar a fome ou necessidade básica imediata sua ou de sua família”. O projeto também cria a figura do furto insignificante, “se insignificante a lesão ao patrimônio do ofendido”.

Se configurada uma das duas situações, o furto deixaria de ser considerado crime, de acordo com a proposta. O texto afirma ainda que, no caso de a absolvição não ser possível, o juiz deverá substituir a pena de reclusão por pena restritiva de direitos ou aplicar somente multa.

A polêmica foi maior quando uma série de fake news dizia que a proposta criaria a profissão de ladrão, o que é claramente uma inverdade, uma mentira criada para desmoralizar a proposta, que, se aprovada, diminuirá o número de processos e de prisões, por exemplo, de pessoas que cometem tal furto por extrema necessidade.

São falsas as postagens nas redes sociais que dizem que “deputada do PSOL quer criar a profissão de ladrão, com direito a aposentadoria e tudo”. Os posts alegam se referir ao projeto de lei 4.540/2021, de autoria de Talíria Petrone, mas não há menção no texto à criação de uma nova categoria profissional nem de direitos trabalhistas, como aposentadoria.


terça-feira, 26 de julho de 2022

BC lança moedas dos 200 anos da Independência

O Banco Central (BC) lançou, nesta terça-feira (26/7), duas moedas comemorativas em homenagem aos 200 anos da Independência do Brasil. Uma delas é feita e prata, e a outra de cuproníquel — uma mistura de cobre e níquel.

O destaque do lançamento é a versão de cuproníquel, a primeira da história a conter aplicações de cor em um dos lados. Na parte de trás, ela exibe uma faixa em tons de verde e amarelo e a primeira estrofe do Hino da Independência, escrita em 1822 por Evaristo da Veiga.



As moedas serão produzidas pela Casa da Medalha, e destinadas a colecionadores. Elas estarão disponíveis para a venda exclusivamente pelo site Clube da Medalha. A versão de prata custará R$ 420,00 e a de cuproníquel, R$ 34,00.

“As duas moedas que lançamos hoje retratam esse momento histórico que trouxe como desfecho a independência do nosso país”, afirmou o presidente do BC, Roberto Campos Neto, durante o lançamento, transmitido on-line.

quinta-feira, 21 de julho de 2022

A inevitável democracia que respiramos


A democracia é algo realmente muito interessante.

Está sempre ameaçada de censura e de ataques por quem sempre alega defendê-la. Desta vez, um dos candidatos à Presidente da República, é o atual presidente e vai disputar a reeleição, virtual futuro derrotado, justamente por diversos ataques a ela, como a adoção de sigilos de 100 anos em diversos processos, ataques à imprensa (fundamental para a consolidação de uma democracia) dentre outros ataques.

Agora o candidato, que já vislumbra uma derrota humilhante já no primeiro turno, acusa o sistema eleitoral de manipulação, ameaça a não reconhecer o resultado das urnas, caso seja derrotado, ataca o Supremo Tribunal Federal, mesmo estando atrás em todas as pesquisas eleitorais no período de pré-campanha, late para todos os lados, no Brasil e no exterior que será roubado nas urnas, é desmentido e desacreditado por diversas instituições internacionais. 

E tudo isso porquê? Porque vivemos numa democracia.

Salve as instituições independentes e democráticas e que a própria democracia seja como o ar que respiramos: naturalmente existentes e resistentes, sem contestações levianas.

A democracia não é como um cinto de uma calça que apertamos ou folgamos conforme a conveniência. Ela é,  e deve continuar sendo: como o ar que respiramos e a própria vida e morte: indefectível, inevitável e indiscutível.

quarta-feira, 20 de julho de 2022

Nova Edição do Guia da Cultura Alagoana já está disponível

  





A mais nova edição do ano do Ensaio Guia da Cultura e dos Empreendedores de Alagoas, a quarta do ano, está disponível no site do blog do Keyler (https://blog-do-keyler.blogspot.com), com mais atualizações dos contatos cadastrados, repercutindo a derrubada dos vetos às leis federais em prol da Cultura e muito mais.

O destaque desta edição na coluna BASTIDORES, é o trabalho e a carreira de um dos mais requisitados DJs de Alagoas e do Brasil: DJ Peixe.

O Ensaio - Guia da Cultura e Empreendedores  de Alagoas  foi criado no ano de 2000 pelo jornalista e produtor cultural Keyler Simões, com o intuito de disponibilizar um levantamento das pessoas, entidades, instituições e empresas que trabalham com cultura direta ou indiretamente, em Alagoas.

São 22 anos de um trabalho de cadastramento que continua inteiramente gratuito, não se cobrando nada para as pessoas, empresas e instituições se cadastrarem.

O cadastro e atualização de dados são espontâneos e podem ser feitos pelo WhatsApp 82 999714281.

As categorias cadastradas são:​

1.Arquivos, Patrimônio Material, Imaterial e Museus

2.Artesanato, Moda e Design

3.Artes Cênicas

4.Artes Visuais, Arte digital e Fotografia

5.Audiovisual

6.Cultura Afro-Brasileira

7.Culturas Populares

8. Instituições

9.Literatura, Livro e Leitura

10.Música

11.Prestadores de Serviços e Comércio

12.Produtores Culturais

Podem se cadastrar órgãos públicos que lidem de alguma forma com cultura, Pontos de Cultura, ONGs, institutos, escritores, atores, atrizes, músicos, cantores, cantoras, produtores de eventos, produtores culturais, produtoras de vídeo, empresas de aluguel de som, iluminação, palco, segurança para eventos, assessorias de comunicação, consultorias, artesãos, pintores, fotógrafos, webdesigners, designers gráficos, gráficas etc.

terça-feira, 19 de julho de 2022

O Brasil do retrocesso

Entre 1986 e 1988, eu tinha de 12 para 14 anos e lembro dos apertos que passamos. Fila para poder comprar pão... íamos todos, lá de casa, para a fila na padaria para poder comprar cada um um litro de eleite ou pão ou para o açougue para comprar até 2 kg de carne, cada... ou até mesmo no supermercado. Era proibido comprar uma quantidade superior ao determinado, por pessoa. 


Lembro que nesta época os preços eram reajustados várias vezes ao dia. Quando víamos as máquinas de etiquetagem nas mãos de funcionários já sabíamos que era aumento de preços mais uma vez. Uma inflação galopante.



Ainda sofremos com a contaminação do leite vindo da União Soviética, por causa do acidente nuclear de Chernobyl de onde vinha boa parte do leite importado, pois o leite brasileiro era escondido pelos produtores por que não valia a pena vender aqui pelos altos custos. Tempos terríveis,  e hoje estamos quase lá, tendo um agravante que é a alienação política e o sadismo descarado do governo federal para com o povo.

Pelancas de frango se do vendidas, gordura suína nos refrigeradores dos açougues. Povo passando fome, exposto a dengue, chikungunya, gripe e à Covid-19, sendo confundidos por um Presidente genocida... um governo federal de estúpidos. Inflação subindo...

É triste ver um país como o Brasil indo para a vala, e uma boa parte do povo ainda vai, sorrindo gritando "Mito!!". 

segunda-feira, 18 de julho de 2022

Dormindo com o inimigo

O atual presidente do Brasil Jair Bolsonaro já é tido como o pior presidente na história do país e talvez de todo o mundo livre. Suas bravatas só não são maiores que sua incompetência, sadismo e mau-caráter. Tivemos nos últimos anos um desequilibrado na Presidência, estúpido ao ponto de não entender nada de Economia, e já confessou isso, e se coloca à mercê de corrupto e outro imbecil na pasta da Economia, Paulo Guedes. Um presidente que não passaria no mais simples teste psicotécnico.

O país sem política econômica, a inflação subindo, sofrendo com uma pandemia mundial, que serviu de desculpas para os desmandos do governo. A população abandonada, crianças  e jovens sem perspectivas e o infeliz só pensa em armamentos, e tirar recursos de pastas como Cultura,  Educação, Ciência e da própria Saúde.

Já tivemos governos ruins, mas como Bolsonaro, nunca! E o que mais surpreende são os seus defensores, tão alienados quanto o próprio presidente, que muitos se fazem de loucos e acham que ele está lutando contra o sistema. Está sim. Contra o sistema da lógica humana, pois é um governo desumando, corrupto (sua família é uma quadrilha) e, novamente, incompetente. E os outros poderes nada fazem. O Legislativo se vendeu, sob a corretagem de Arthur Lira, e o Judiciário,  só agora começou a se mexer, timidamente. É como se estivessem brincando com fogo, ... dormindo com o inimigo.

sábado, 9 de julho de 2022

Leis Paulo Gustavo e Aldir Blanc 2 foram promulgadas




Após meses de luta e da sessão conjunta no Congresso Nacional, as Leis Paulo Gustavo e Aldir Blanc 2 foram publicadas no Diário Oficial da União, cujos vetos presidenciais foram derrubados no Congresso Nacional esta semana, fruto de intensa mobilização do setor cultural brasileiro. A derrubada dos vetos foi fruto de ampla mobilização nacional que envolveu artistas, produtores, técnicos, fazedoras, e gestores culturais de todo o país.

A aprovação destas duas Leis permitirá um investimento nacional no setor cultural de 3,8 bilhões de reais ainda em 2022 e de 3 bilhões anuais, anualmente, a partir de 2023. Recursos que deverão ser aplicados em editais e chamadas públicas de fomento à cultura.

A Lei Paulo Gustavo versa sobre o exercício de 2022, e prevê que os recursos precisam ser ao menos empenhados pelos estados e municípios até o dia 31 de dezembro de 2022.

A ‘Lei Paulo Gustavo’ prevê o repasse de R$ 3,8 bilhões para ações emergenciais no setor cultural em todo o país. Pela proposta, os recursos virão do superavit financeiro do Fundo Nacional de Cultura (FNC).

A União terá de enviar o dinheiro aos estados, ao Distrito Federal e aos municípios para que seja aplicado em iniciativas que visem combater e reduzir os efeitos da pandemia de Covid-19 no setor cultural. 

A legislação precisará ainda ser regulamentada pelo governo federal, a quem cabe a transferência dos recursos para estados e municípios. Os entes precisam, por sua vez, inscrever estes recursos na LOA do exercício de 2022.

Já a Lei Aldir Blanc 2 precisará ser inscrita no orçamento da União para 2023, cabendo ao governo a ser eleito no pleito presidencial a sua efetiva implementação. 
A Lei Aldir Blanc 2 prevê o repasse anual de R$ 3 bilhões aos governos estaduais e municipais para iniciativas culturais até 2027

É preciso que sigamos e atentos e atuando em sinergia, para que estes recursos cheguem na ponta, beneficiando o setor cultural do país.

É um momento histórico para a cultura brasileira. A promulgação destas Leis significará a consolidação definitiva do Sistema Nacional de Cultura no Brasi.

quinta-feira, 7 de julho de 2022

Terceira edição do ano do Guia Ensaio já está disponível

 



 

A terceira edição do ano do Ensaio Guia da Cultura e dos Empreendedores de Alagoas, está disponível no site do Guia (www.guiaensaio.blogspot.com), com mais atualizações dos contatos cadastrados, repercutindo a derrubada dos vetos às leis federais em prol da Cultura e muito mais.




Um dos mais conhecidos e respeitados técnicos e empresários do som de Alagoas, Alessandro Tenório, mais conhecido por "Calcinha" é um dos destaques da nova coluna do Ensaio: Bastidores, onde vamos destacar a carreira e a história de empreendedores da cultura, na área técnica.






Na mesma sessão do Congresso Nacional que derrubou os vetos às Leis Paulo Gustavo e Aldir Blanc 2, outro veto foi derrubado e possibilitou a declaração da alagoana Nise da Silveira, Psicóloga, como Heroína Nacional. 

Também falamos sobre o lançamentos de diversos editais culturais por parte da Secretaria de Cultura do Estado.

O Ensaio - Guia da Cultura e Empreendedores  de Alagoas  foi criado no ano de 2000 pelo jornalista e produtor cultural Keyler Simões, com o intuito de disponibilizar um levantamento das pessoas, entidades, instituições e empresas que trabalham com cultura direta ou indiretamente, em Alagoas.

São 22 anos de um trabalho de cadastramento que continua inteiramente gratuito, não se cobrando nada para as pessoas, empresas e instituições se cadastrarem.

O cadastro e atualização de dados são espontâneos e podem ser feitos pelo WhatsApp 82 999714281.

As categorias cadastradas são:​


1.Arquivos, Patrimônio Material, Imaterial e Museus


2.Artesanato, Moda e Design


3.Artes Cênicas


4.Artes Visuais, Arte digital e Fotografia


5.Audiovisual


6.Cultura Afro-Brasileira


7.Culturas Populares


8. Instituições


9.Literatura, Livro e Leitura


10.Música


11.Prestadores de Serviços e Comércio


12.Produtores Culturais


Podem se cadastrar órgãos públicos que lidem de alguma forma com cultura, Pontos de Cultura, ONGs, institutos, escritores, atores, atrizes, músicos, cantores, cantoras, produtores de eventos, produtores culturais, produtoras de vídeo, empresas de aluguel de som, iluminação, palco, segurança para eventos, assessorias de comunicação, consultorias, artesãos, pintores, fotógrafos, webdesigners, designers gráficos, gráficas etc.

segunda-feira, 4 de julho de 2022

 Na hora H os políticos "amigos" de toda hora desaparecem



As chuvas que atingem Alagoas e Pernambuco nestes últimos dias tem trazido muitos problemas à população. Em Alagoas já são 51 municípios em estado de emergência, metade do Estado, e em Maceió os bairros banhados por rios e lagoas, na parte baixa, sofrem. Sofrem com as cheias, chuvas e suas consequências.




Além de tudo isso, uma parcela da população está desaparecida. Uma parcela bem paga e festiva, que se apresenta como amiga de "toda hora", contanto que essa "hora" não seja de grandes gastos. Estou falando da parcela da população com mandatos eletivos, como vereadores, deputados e senadores, que na hora de jogar as "pérolas" paras as festas, escolhidas a dedo, estão "à disposição", mas na hora que o bicho pega de verdade,  como agora com as fortes chuvas, eles tomam um chazinho de sumiço. É muito bom ser amigo quando tudo está bem, mas quando vidas estão em risco, essas pessoas gostam apenas de apontar os erros, pois a desgraça do povo não é "instagramável", ainda mais se precisar tirar dinheiro do próprio bolso.


Quantos desses "amigos" alugaram ônibus ou caminhões para retirar pessoas de áreas de risco? E quantos doaram comida, água, roupas e lençóis???

Por isso que a Educação é tão atacada, para que a população não desenvolva seu senso crítico.

Alagoas sofre, sofremos todos, ainda mais pelo baixo nível de grande parte de nossos parlamentares. Em horas de desespero é que sabemos o que realmente é importante,  e não são tapinhas nas costas e nem tampouco promessas vazias que ajudarão.

sábado, 2 de julho de 2022

COVID-19 e a lição deixada




A pandemia mundial de COVID-19 mostrou ao mesmo tempo, a nossa fragilidade como espécie, fadada a quase extinção se não fosse a nossa capacidade de pesquisar, estudar e a desenvolver técnicas, protocolos e vacinas contra a doença e a nossa capacidade inventiva e de busca pela sobrevivência.

A união dos povos e seus cientistas alterou um futuro  que poderia ser tenebroso e de sofrimento. Claro que países como a China optaram em ignorar a ciência e expor seu povo à "cura de rebanho" e a todas as dificuldades inerentes.

O Brasil, além de tudo, teve de enfrentar e continua enfrentando um momento peculiar, com um governo negacionista e ainda mais incompetente em lidar com crises sanitárias como esta, não só não ajudando, mas trabalhando contra, dizendo não à vacinas no início da pandemia, retardando a distribuição de outras e até mesmo judicializando questões e providências que visavam atenuar a contaminação como a quarentena e o uso de máscaras, dificultando a batalha contra o vírus e expondo uma camada considerável da população à contaminação pelo COVID-19.

Vale sempre ressaltar o empenho e comprometimento dos profissionais de Saúde, como atendentes, enfermeiros (as) e médicos (as) nesse processo de superação e afirmação da ciência e cidadania.

Não podemos esquecer pelo que passamos, ao mesmo tempo, lutar para que no futuro isso não se repita, por isso que a Educação é fundamental nesse processo, conhecendo nossa história, como espécie,  mas acima de tudo, entender e prestigiarmos a nossa humanidade.

sexta-feira, 1 de julho de 2022

Porquê a Lei Aldir Blanc é tão importante para a Cultura?

No próximo dia 05/07 o Congresso Nacional se reunirá com o propósito de votar a derrubada de diversos vetos da Presidência da República a diversos projetos, dentre ele estão a Lei Paulo Gustavo, que será aplicada ainda neste ano, e a Lei Aldir Blanc 2, que visa investir cerca de 3 bilhões e meio de reais por ano, até 2027.

A Lei Aldir Blanc 2 cria a Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura enumera 17 ações e atividades que podem ser financiadas estão exposições, festivais, festas populares, feiras e espetáculos, prêmios, cursos, concessão de bolsas de estudo e realização de intercâmbio cultural. O dinheiro também pode ser usado para aquisição de obras de arte, preservação, organização, digitalização do patrimônio cultural, construção ou reforma de museus, bibliotecas, centros culturais e teatros, aquisição de imóveis tombados para instalação de equipamentos culturais e manutenção de companhias e orquestras.

De acordo com o texto, 80% dos recursos devem se destinar a ações de apoio ao setor cultural. Isso engloba o lançamento de editais, prêmios e outros instrumentos destinados à manutenção de espaços, iniciativas, cursos, produções e atividades culturais, além da manutenção de espaços artísticos permanentes. Os 20% restantes devem ser aplicados em ações de incentivo a programas e projetos em áreas periféricas urbanas e rurais, bem como em áreas de povos e comunidades tradicionais.

O texto cita várias fontes de recursos para a Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura. Além de dotações orçamentárias e créditos adicionais, o programa pode ser financiado por eventual superávit do Fundo Nacional de Cultura (FNC) e subvenções de organismos nacionais internacionais, entre outras fontes.

O texto prevê, ainda, a criação da Loteria Federal da Cultura, que depende da aprovação de uma lei específica, e a destinação de 3% da arrecadação bruta de concursos e loterias federais para essa política. A destinação de recursos das loterias federais, no entanto, deve ser vetada pelo presidente Jair Bolsonaro, em razão de um acordo feito com o governo para que o projeto fosse aprovado.

Ou seja, espera-se que nestes próximos cinco anos os impactos negativos no setor cultural provocados pela pandemia de Covid-19 sejam anulados e o setor se desenvolva gerando mais empregos e renda, daí sua importância e da luta pela derrubada dos vetos, no próximo dia 05 de julho.












Com Agência Senado