quinta-feira, 21 de julho de 2022

A inevitável democracia que respiramos


A democracia é algo realmente muito interessante.

Está sempre ameaçada de censura e de ataques por quem sempre alega defendê-la. Desta vez, um dos candidatos à Presidente da República, é o atual presidente e vai disputar a reeleição, virtual futuro derrotado, justamente por diversos ataques a ela, como a adoção de sigilos de 100 anos em diversos processos, ataques à imprensa (fundamental para a consolidação de uma democracia) dentre outros ataques.

Agora o candidato, que já vislumbra uma derrota humilhante já no primeiro turno, acusa o sistema eleitoral de manipulação, ameaça a não reconhecer o resultado das urnas, caso seja derrotado, ataca o Supremo Tribunal Federal, mesmo estando atrás em todas as pesquisas eleitorais no período de pré-campanha, late para todos os lados, no Brasil e no exterior que será roubado nas urnas, é desmentido e desacreditado por diversas instituições internacionais. 

E tudo isso porquê? Porque vivemos numa democracia.

Salve as instituições independentes e democráticas e que a própria democracia seja como o ar que respiramos: naturalmente existentes e resistentes, sem contestações levianas.

A democracia não é como um cinto de uma calça que apertamos ou folgamos conforme a conveniência. Ela é,  e deve continuar sendo: como o ar que respiramos e a própria vida e morte: indefectível, inevitável e indiscutível.

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