A contratação de serviços na área cultural, com exceção dos com o setor público, ainda peca muito pela sua informalidade, e talvez por isso os casos de calote na contratação dos serviços continuam a acontecer, bem verdade que ainda é baixo o número de casos, mas o que espanta é que o chamado "Modus operandi" de alguns caloteiros é o mesmo: contrata o produtor cultural, paga por seus serviços, inicialmente, mas quando tem um projeto urgente, o caloteiro contrata o serviço, não paga, e depois diz que vai pagar... Deus sabe lá quando, e o caloteiro contrata outro produtor e repete a operação.
Como dissemos antes, a informalidade é a principal causadora desta repetição de golpes, e notem que, em Maceió praticamente todos da área cultural se conhecem, mas o famigerado caloteiro continua a operar.
Daí me veio a ideia de propor a criação do Código de Defesa do Produtor Cultural, com orientações de como proceder nos trabalhos e efetivar a criação também Serviço de Proteção ao Produtor Cultural, o SPPC, onde os contratantes de bem seriam exaltados e os maus pagadores seriam sinalizados.
Por isso, os produtores devem sinalizar aqui no blog seu interesse e fazer parte deste movimento de valorização do bom contratante.


Tenho interesse sim !
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