A decisão do Tribunal Superior Eleitoral em tornar o ex-presidente Jair Bolsonaro inelegível foi comemorado em grande parte do Brasil por vários motivos. Um deles é que, infelizmente, a manipulação alcançada pelos seus comparsas pode ainda causar um estrago, pois parte dos brasileiros ainda se deixam manipular em prol de Jair, e estando inelegível, por oito anos, caso ele não seja também encarcerado por seus outros crimes, ao menos teremos oito anos de desenvolvimento e tempo de criarmos leis que dificultem que criminosos como ele sejam eleitos no futuro.
Outra questão é que para a imprensa e para o meio cultural, Jair apresentou-se um inimigo, perseguidor e destruidor, por meio de mentiras plantadas em veículos de comunicação e por medidas contra a Cultura, como a destruí do Ministério da Cultura e de toda política cultural do país.
Foram quatro anos que o meio cultural foi perseguido, inibido e desmobilizado, então, por isso, não se está comemorando a desgraça de ninguém, como a inelegibilidade de Jair, mesmo por que ele tem muito mais o que pagar à Justiça, por tantos crimes, inclusive de morte, como as que ocorreram durante a Pandemia de Covid-19.
Estamos comemorando mais um passo do fim de um inimigo visível da Cultura, que agiu de modo constante contra nossa Produção Cultural.
Que Jair colha tudo o que plantou, em como todos os seus asseclas e seguidores.


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