Deixando a paixão de lado, no assunto eleição, o que devemos observar, é que a disputa em vigor deve ser vista como ela é: uma concorrência a uma vaga de emprego. O candidato Luis Inácio Lula da Silva se candidatou outras 3 vezes, antes de vencer em 2002, e mostrou-se preparado para o cargo que ocupou entre 2003 e 2011, talvez pelas derrotas anteriores.
Nós, povo brasileiro, somos o patrão nesta história, pelo menos no tocante à escolha de quem vai administrar o país. Analisamos seu currículo, do candidato, e devemos analisar o que ele pretende fazer no cargo. Pelo menos deveria ser assim.
Lula foi julgado, em suas primeiras eleições pelo fato de não ter experiência no executivo e ser oriundo do movimento sindical, aliando a ele a imagem de radicalismo. Mas, como o tempo, ele mostrou sua competência para o cargo.
O atual ocupante do cargo, a presidência, Jair Messias venceu sua eleição, em 2018, com um discurso de ódio, sem que houvesse uma análise de seu currículo, pois como deputado federal, ele aprovou apenas dois projetos de lei, sem ter mais nenhuma contribuição efetiva para o bem público, e assim continuou no cargo, sem uma política econômica efetiva. Elegeu a Cultura e seus agentes, como artistas, como seus inimigos e extinguiu o Ministério da Cultura.
Na área da Saúde, foi a sua melhor demonstração de despreparo, criticando e contrariando a ciência e as décadas de experiência do Brasil na área de vacinação. Além disso, nomeou um General, Pazzuello, para o Ministério da Saúde, uma pessoa sem o mínimo de conhecimento e disposição para a área. Sem falar nos casos de corrupção na encomenda e compra de vacinas. Uma verdadeira tragédia, causando, diretamente, a morte de centenas de milhares de brasileiros no processo.
Bolsonaro ganhou a vaga disputada sem que seu currículo fosse devidamente analisado e levado em consideração, por isso nada de bom poderia ser esperado. Dito e feito.
Então, não vamos nos enganar. Não há paixão para escolher nosso funcionário. O que tem que existir é uma análise criteriosa de seu currículo, sua vida pregressa, e suas propostas para o futuro.
Presidente da República é um funcionário de alto escalão que escolhemos para administrar o país, para nos permitir nos desenvolver e crescer como nação e como povo. Aventureiros devem ser mantidos longe pois mais de 200 milhões de patrões estarão de olho.

Nenhum comentário:
Postar um comentário