Em Maceió, o encontro previsto para 250 pessoas, praticamente dobrou esse número, e foi realizado no Salão de Convenções do Hotel Jatiúca.
O ex-presidente afirmou que a cultura nacional será peça central de suas políticas, caso volte a ser eleito. Com investimentos e mobilização pelo país, sua ideia é valorizar a produção de cada região e fazer com que isso se espalhe pelo Brasil.
Lula afirmou que a defesa das instituições e da produção de cada região e fazer com que isso se espalhe pelo Brasil.
Lula afirmou que a defesa das instituições e da produção cultural do Brasil faz parte também da luta pela soberania nacional. “Um país que não tem cultura não é soberano. Um país que não permite que seu povo exerça sua cultura em sua plenitude não pode ser soberano... a cultura é essencial para o futuro deste país. A nossa meninada tem que aprender a ir ao teatro, ao cinema, em shows”, disse.
“Eu estou disposto a fazer uma revolução cultural neste país, mas não vamos queimar livro não, vamos distribuir mais livros para as crianças”, disse ele. “Tomei uma decisão que, em todo estado que eu visitar, vou fazer uma reunião com os artistas. Porque logo no ano que vem, se ganharmos as eleições, vamos fazer uma grande conferência nacional sobre cultura, para que a gente decida que investimento em cultura não é gasto, é um investimento de verdade, que tem retorno econômico financeiro”. O ex-presidente disse que é necessário que o povo aprenda que o Brasil não é “tão cordeiro e pacífico” como a elite quer que seja. “Não somos baratas. O que está acontecendo? Onde está a nossa soberania?”.
Lula também ressaltou a importância da cultura não só em Alagoas, mas em todo país e disse que muitas vezes falta oportunidade para quem vive dela. “Nós queremos mudar isso”.
“A cultura tem uma força extraordinária para transformar as pessoas. Que espaço tem a cultura de Alagoas na televisão local?”, questiona Lula. “A cultura é essencial para o futuro do país. Reforçou a importância do investimento em cultura no país..., é um investimento de verdade que tem retorno econômico e financeiro, e se não tiver retorno econômico e financeiro, tem retorno político, na formação e na qualidade do ensinamento”, finalizou.
*Texto publicado originalmente no Guia Ensaio nº 02 - ANO XXII
Keyler Simões
Jornalista e Produtor Cultural
Editor e criador do Guia Ensaio



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