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domingo, 16 de agosto de 2026

Bolsonaro e sua vocação à vassalo americano

A subordinação de uma candidatura presidencial a interesses de potências estrangeiras representa uma das mais graves afrontas à soberania nacional e ao texto constitucional brasileiro. O alinhamento incondicional do pré-candidato Flávio Bolsonaro à agenda política do governo dos Estados Unidos e de Donald Trump não se limita a uma mera preferência diplomática, mas configura um gesto explícito de vassalagem que coloca em risco a independência do Brasil, as nossas instituições e o direito autônomo do povo brasileiro de decidir o próprio destino.

​A erosão da soberania e o ataque às instituições

​A soberania nacional é um dos pilares inscritos no Artigo 1º da Constituição Federal de 1988. Quando um postulante à chefia do Poder Executivo recorre a potências estrangeiras para mediar disputas políticas internas, solicitar sanções econômicas contra órgãos do próprio Estado brasileiro ou chancelar retaliações comerciais que prejudicam a indústria e a agricultura locais, abdica-se do papel de liderança em favor do papel de protetorado.  

​Instrumentalização da pressão externa: A busca por sanções contra autoridades jurídicas brasileiras e a defesa de retaliações dos EUA sob o pretexto de crise política abrem precedentes perigosos. Convida-se um governo estrangeiro a ditar o funcionamento das nossas instituições públicas e do nosso sistema judiciário.

​Submissão econômica: Aceitar que sanções tarifárias e chantagens políticas sirvam como instrumento de pressão sobre o eleitorado e o governo brasileiro desorganiza o setor produtivo nacional e fragiliza a nossa autonomia no comércio internacional.  

​A ameaça direta ao modo de vida e à liberdade de pensamento

​A submissão geoestratégica a uma potência externa não impacta apenas a política em Brasília; reflete-se diretamente na vida cotidiana dos cidadãos brasileiros:

​Perda da autonomia geopolítica: O Brasil historicamente consolidou-se como uma nação soberana, não alinhada a blocos ideológicos e capaz de dialogar pragmaticamente com todas as nações do mundo em defesa dos seus próprios interesses. Ao transformar a política externa em extenso das prioridades de Washington, compromete-se a capacidade de negociação da nossa indústria e do nosso agronegócio.

​Ameaça à liberdade cultural e de ação: A aceitação da ingerência ideológica estrangeira importa modelos de censura social, polarização e controle institucional que sufocam a pluralidade e a diversidade da sociedade brasileira. O direito de agir e pensar livremente exige uma nação que não receba diretrizes ideológicas de gabinetes situados fora do seu território.

​O exercício da Presidência da República exige compromisso inegociável com a defesa do território, da economia, da Constituição e do povo brasileiro. Transformar uma campanha eleitoral em um pedido de tutela estrangeira desrespeita a história de emancipação do país e expõe a democracia a riscos inaceitáveis.

Onde estão as propostas de Governo do candidato Bolsonaro? O que ele pensa e pretende fazer sobre:

Saúde 

Educação 

Cultura e suas políticas de desenvolvimento e fomento 

Violência contra a Mulher 

Violência e abusos contra crianças e idosos 

Trabalho 

Emprego

Medidas contra a corrupção 

Respeito aos espaços de cada Poder constituído 

Programas Sociais

Programas para diminuição da pobreza

Segurança Pública 

Política Internacional 

Brics

Relação com nosso maior parceiro comercial no momento: a China 

Proteção do nosso território nacional

Respeito ao erário público 


Para responder a estes e outros questionamentos, o candidato lambe-botas tem que começar a transcorrer por estes temas, indo além de acusações de menino chorão e de pouca inteligência, como também do candidato vergonhosamente estúpido oriundo de Minas Gerais, Romeu Zema.

Governar um país como o Brasil vai muito além de interesses familiares e de submissão aos Estados Unidos.

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