terça-feira, 17 de junho de 2025

Jovem estudante criou um celular sem chip e sem créditos


Já imaginou poder fazer ligações de graça, sem precisar de chip, crédito ou sequer conexão com a internet? Foi exatamente isso que um jovem estudante da Namíbia, Simon Petrus, tornou realidade. Ele desenvolveu um celular que opera usando apenas radiofrequência, eliminando a necessidade de operadoras de telefonia ou pacotes de dados.

Simon levou dois anos para concluir o projeto. O mais impressionante? Ele usou apenas sucatas de televisores antigos e peças de celulares quebrados. Para viabilizar a criação, os pais de Simon – mesmo desempregados – investiram mais de dois mil dólares, acreditando no potencial do filho.

O aparelho funciona de maneira simples, mas genial: utiliza frequências de rádio para realizar as chamadas. Isso significa que, em qualquer lugar com sinal de rádio, o telefone é capaz de estabelecer comunicação com outros dispositivos.

O invento de Simon Petrus não é apenas um telefone. Seu projeto inclui também rádio, televisão, ventilador, uma lâmpada e até uma tomada elétrica, tudo integrado em um só equipamento. Uma verdadeira central tecnológica portátil feita com o que muita gente consideraria lixo eletrônico.

Essa versatilidade fez com que Simon ganhasse destaque em feiras de ciências e competições de inovação em toda a Namíbia. Em 2016, seu celular "sem chip e sem crédito" conquistou o primeiro lugar na Feira Regional de Jovens Inovadores.

Mas a genialidade de Simon não surgiu do nada. No ano anterior, em 2015, ele já havia vencido outro prêmio com a criação de uma máquina que servia tanto como secador de sementes quanto como refrrefrigeradorlAté o Brasil está no radar do m1ss1l Israelense Jericho 3?  Jovem africano cria celular que funciona sem chip e sem crédito  Maridos causam mais estresse nas mulheres do que filhos  Corpus Christi é feriado ou ponto facultativo? Depende do seu CEP  Sexta-feira 13. Gatos pretos não dão azar e maltratá-los é crime  O prato mais comum do Brasil virou exemplo mundial de saúde  Instagram vai permitir alterar a ordem da grade do feed  Cérebro masculino é maior, mas o feminino é mais eficiente  Mundial de Clubes 2025: Tudo o que você precisa saber  Lobo e urso foram vistos brincando e caçando juntos por 10 dias  Trump, Rússia e China mandam evacuar Israel e Irã. O que vem por aí?  11 curiosidades sobre o Irã que vão além dos estereótipos

A invenção que desafia as leis do mercado de telefonia

Já imaginou poder fazer ligações de graça, sem precisar de chip, crédito ou sequer conexão com a internet? Foi exatamente isso que um jovem estudante da Namíbia, Simon Petrus, tornou realidade. Ele desenvolveu um celular que opera usando apenas radiofrequência, eliminando a necessidade de operadoras de telefonia ou pacotes de dados.

Simon levou dois anos para concluir o projeto. O mais impressionante? Ele usou apenas sucatas de televisores antigos e peças de celulares quebrados. Para viabilizar a criação, os pais de Simon – mesmo desempregados – investiram mais de dois mil dólares, acreditando no potencial do filho.

O aparelho funciona de maneira simples, mas genial: utiliza frequências de rádio para realizar as chamadas. Isso significa que, em qualquer lugar com sinal de rádio, o telefone é capaz de estabelecer comunicação com outros dispositivos.

Um celular e muito mais: Um sistema completo e multifunção

O invento de Simon Petrus não é apenas um telefone. Seu projeto inclui também rádio, televisão, ventilador, uma lâmpada e até uma tomada elétrica, tudo integrado em um só equipamento. Uma verdadeira central tecnológica portátil feita com o que muita gente consideraria lixo eletrônico.

Essa versatilidade fez com que Simon ganhasse destaque em feiras de ciências e competições de inovação em toda a Namíbia. Em 2016, seu celular "sem chip e sem crédito" conquistou o primeiro lugar na Feira Regional de Jovens Inovadores.

Além disso, o jovem inventor já revelou que sonha em se tornar engenheiro eletrônico. Seu desempenho nas ciências sempre foi destaque na escola, mesmo que suas notas em outras matérias fossem apenas medianas.

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