quarta-feira, 29 de maio de 2024

Fundação Biblioteca Nacional abre inscrições para o Prêmio Literário 2024



A Fundação Biblioteca Nacional (FBN), instituição vinculada ao Ministério da Cultura (MinC), abriu inscrições para o Prêmio Literário Biblioteca Nacional 2024. O prêmio tem como objetivo reconhecer a qualidade intelectual das obras publicadas no Brasil. As inscrições são gratuitas e vão até o dia 11 de julho. Será premiado R$ 30 mil para cada uma das doze categorias. 

Podem participar do Prêmio Literário Biblioteca Nacional cidadãos brasileiros com obras inéditas (1ª edição) escritas em português e publicadas por editoras nacionais entre 1º de maio de 2023 e 30 de abril de 2024. 

Autores independentes também podem concorrer, desde que suas obras estejam registradas em Depósito Legal e possuam o número de ISBN (International Standard Book Number) impresso.

Avaliações - As doze categorias do prêmio serão avaliadas por comissões formadas por três especialistas em cada área. Serão consideradas publicações nas categorias poesia, romance, conto, ensaio social, ensaio literário, tradução, projeto gráfico, literatura infantil e literatura juvenil e histórias de tradição oral. A comissão avaliará critérios como: qualidade literária, originalidade, contribuição à cultura nacional, criatividade no uso de recursos gráficos e excelência na tradução. 

O resultado final será divulgado no Diário Oficial da União e no portal da FBN até 22 de novembro.


Histórias em Quadrinhos e Ilustração

Para a edição de 2024, foram adicionadas duas novas categorias: Ilustração (Prêmio Carybé) e Histórias em Quadrinhos (Prêmio Adolfo Aizen).

As doze categorias do prêmio são: Conto (Prêmio Clarice Lispector); Ensaio Literário (Prêmio Mario de Andrade); Ensaio Social (Prêmio Sérgio Buarque de Holanda); Histórias de tradição oral (Prêmio Akuli); Histórias em quadrinhos (Prêmio Adolfo Aizen); Ilustração (Prêmio Carybé); Literatura Infantil (Prêmio Sylvia Orthof); Literatura Juvenil (Prêmio Glória Pondé); Poesia (Prêmio Alphonsus de Guimaraens); Projeto Gráfico (Prêmio Aloísio Magalhães); Romance (Prêmio Machado de Assis); Tradução (Prêmio Paulo Rónai).

MinC

segunda-feira, 27 de maio de 2024

Pesquisadores desvendam potencial “cura” para Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA)


Pesquisadores de uma universidade no Canadá descobriram um caminho promissor para uma potencial cura para a Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA) – mesma condição que Stephen Hawking tinha. A descoberta identificou que direcionar uma interação entre duas proteínas presentes nas células nervosas afetadas pela ELA pode interromper ou até reverter completamente a progressão da doença. Embora ainda haja muito a ser feito, a comunidade científica está otimista com os avanços alcançados até o momento.




Pesquisadores de uma universidade no Canadá descobriram um caminho promissor para uma potencial cura para a Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA) – mesma condição que Stephen Hawking tinha. A descoberta identificou que direcionar uma interação entre duas proteínas presentes nas células nervosas afetadas pela ELA pode interromper ou até reverter completamente a progressão da doença. Embora ainda haja muito a ser feito, a comunidade científica está otimista com os avanços alcançados até o momento.

Só Notícia Boa

Programa Abdias Nascimento: Patrimônio, Memória e Reparação - Grupo de trabalho é criado



A Fundação Casa de Rui Barbosa (FCRB), anunciou a criação do Grupo de Trabalho (GT) responsável pela elaboração do “Programa Abdias Nascimento: Patrimônio, Memória e Reparação”.

Instituído pela Portaria FCRB Nº 12, de 24 de maio de 2024, o programa tem como foco, a museologia social e a preservação e difusão de acervos pertencentes a pessoas e instituições negras, povos originários e comunidades periféricas e marginalizadas.

O GT, coordenado pelo Presidente da FCRB, Alexandre Santini, reúne representantes de diversas instituições, incluindo o Instituto de Pesquisas e Estudos Afro Brasileiros (Ipeafro), Ministério da Igualdade Racial, Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, Fundação Cultural Palmares, entre outros.

segunda-feira, 20 de maio de 2024

Vereadora Teca Nelma concede Comendas à personalidades da cultura, de Maceió

Nesta segunda, 20 de maio, a Câmara de Vereadores de Maceió,  na pessoa da Vereadora Teca Nelma, homenageou vários representantes da cultura de nossa cidade com a entrega de várias Comendas reconhecendo o trabalho de sete personalidades de nossa produção cultural:

- Eugênio Vilela, Produtor Cultural- Comenda Maria Cândida Palmeira 

- Sander Luiz, o Mineirinho de Maceió, dançarino e professor de dança - Comenda Pierre Chalita

- José Cláudio, Presidente da Quadrilha Luar do Sertão e Geraldo José - Professor e Mestre da Cultura Popular- Comenda Professor Pedro Teixeira

- Clébio Araújo  - Professor e Gestor Cultural - Comenda Zumbi dos Palmares 

- Vinicius Palmeira - Economista e Gestor Cultural - Comenda Denilson Leite

- Luiz Martins - Maestro da Orquestra Filarmônica de Alagoas - Comenda Heitor Villa-Lobos


















sexta-feira, 17 de maio de 2024

Supremo tem 3 votos a 1 para banir a prática de assédio judicial contra jornalistas


O  STF (Supremo Tribunal Federal) tem 3 votos a 1 para banir o assédio judicial a jornalistas. Nesta quinta-feira (16), o julgamento do tema foi retomado com o voto do ministro Luís Roberto Barroso, presidente da Corte. A ação foi proposta pela Abraji (Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo).

Barroso se posicionou contra a prática definida como o ajuizamento de diversas ações contra os mesmos acusados pelos mesmos fatos em foros diversos para constranger, dificultar ou encarecer a sua defesa.

Ele foi acompanhado pelos ministros Cristiano Zanin e André Mendonça. A análise será retomada na próxima quarta-feira (22).

“Parece-me totalmente razoável que, uma vez caracterizado o assédio judicial, deve prevalecer como regra a do domicílio do réu, que é a regra geral do direito brasileiro”, argumentou Barroso. Ele ainda entendeu legítimo o pedido de reunião das ações sobre o mesmo tema, como já acontece com a ação popular, a ação civil pública e a ação de improbidade administrativa.

No ano passado, quando a matéria começou a ser julgada, a ministra aposentada Rosa Weber, então presidente do tribunal, contrariou interpretação da Abraji e considerou inviável a centralização das ações e seu processamento no domicílio do jornalista ou do órgão de imprensa, por entender que as normas questionadas pela entidade são compatíveis com a Constituição.

A ideia da associação é brecar episódios como o ocorrido em 2007 contra a jornalista Elvira Lobato, que foi repórter da Folha por 27 anos. Em 2007, ela fez uma reportagem sobre o patrimônio empresarial de dirigentes da Igreja Universal do Reino de Deus, que lhe rendeu um prêmio Esso no ano seguinte.

Em decorrência da publicação do texto, fiéis e pastores moveram mais de uma centena de ações judiciais contra a repórter e contra o jornal, em locais diferentes, com a alegação de danos morais. As ações não contestavam as informações contidas no texto.

O caso ficou famoso e motivou, à época, uma ação no Supremo que culminou com a revogação da Lei de Imprensa.

Outro episódio famoso foi a apresentação de 22 ações por magistrados com pedido de indenização contra repórteres do jornal Gazeta do Povo que publicaram reportagem sobre supersalários do Paraná.

As ações foram apresentadas em pelo menos 15 cidades em 2016, o que obrigou os cinco jornalistas que assinaram o material a viajarem por dias seguidos às audiências. O STF extinguiu essas ações em julgamento no ano passado.

Na ação sob análise nesta semana e com previsão de seguimento na próxima, a Abraji pede que a corte interprete um dispositivo do Código de Processo Civil que trata da cooperação judiciária para centralização de processos repetitivos para que em situações de assédio judicial.

A entidade quer que o Supremo defina que, nesses casos, “seja de pronto alterada a competência para que as ações tramitem perante o foro do domicílio do réu, de forma conjunta, possibilitando assim que o réu possa exercer, em plenitude, sua ampla defesa”.

“Há atualmente diversos comunicadores e jornalistas que são vítimas de assédio judicial no país e, assim, têm visto negados os direitos à ampla defesa e ao devido processo legal”, diz o pedido.

“A cada dia que passa, verifica-se o agravamento da situação de pessoas físicas que são atingidas com a prática que, para além do dano pessoal, impinge também severa afronta aos preceitos de liberdade de expressão, de imprensa e de informação”.

O mesmo julgamento analisa outra ação, da ABI (Associação Brasileira de Imprensa), que pede ao STF para definir que a responsabilização de um jornalista ou veículo somente pode acontecer “quando se comprovar que agiu com dolo ou culpa grave”. Requisita, ainda, que vítimas de assédio judicial sejam ressarcidas com danos morais e que haja uma multa para as pessoas que cometam esse tipo de conduta.

Nesses pontos, Barroso acompanhou Rosa Weber. “Já existem instrumentos previstos no ordenamento jurídico para a proteção do réu e para a reparação de danos, cabendo ao juiz de cada caso concreto decidir a respeito”, disse. Para este caso, a corte tem quatro votos.

Os processos ficaram sob a responsabilidade de Rosa, que se aposentou do Supremo em setembro do ano passado.

Ela deixou os votos em ambas as ações no plenário virtual da corte (plataforma na qual os ministros depositam seus votos), pouco antes da aposentadoria. Por isso, o seu sucessor, Flávio Dino, não votará nos julgamentos.

A magistrada rejeitou o pedido da Abraji sob o argumento de que não cabe ao Poder Judiciário, “a pretexto de fazer valer determinado princípio da Constituição”, alterar regras definidas pelo Poder Legislativo.

Para ela, o pedido da associação buscou “produzir nova norma jurídica com conteúdo distinto daquela editada soberanamente pelo legislador”.

Ao analisar o pedido da ABI, porém, Rosa se manifestou parcialmente a favor da ação. Em seu voto, ela definiu quais atos podem ensejar ações de reparação por dano moral a partir de veiculação de informação, opinião ou notícia.

Para a ministra aposentada, são “a veiculação de conteúdo correspondente a ameaça, intimidação, incitação ou comando à discriminação, à hostilidade ou à violência, ainda que psicológica ou moral, disseminação deliberada de desinformação, manipulação de grupos vulneráveis, ataque doloso à reputação de alguém ou apuração negligente dos fatos, risco à segurança nacional, à ordem, à saúde ou à moral públicas”.

Além disso, “quando configurar propaganda em favor da guerra, guerra civil, ou insurreição armada ou violenta, ou apologia do ódio nacional, racial ou religioso”.

Ao fundamentar o seu voto, ela destacou que não se cabe falar em imputação de irregularidades com “a mera emissão de opinião de teor crítico contra personalidade pública ou autoridade pública no exercício da sua atividade funcional”, por ser “legítimo exercício de direito constitucionalmente assegurado”.

Os processos chegaram a ser pautados para julgamento do plenário do Supremo em abril passado, mas foram retirados da pauta pelo presidente Luís Roberto Barroso, por falta de consenso entre os ministros do que seria definido.

Política Livre

segunda-feira, 13 de maio de 2024

Comunidade Cultural aguarda boa vontade do Ministério da Cultura para receber premiação


O Ministério da Cultura lançou em setembro de 2023 o Prêmio Sérgio Mamberti para incentivar e premiar projetos e ações em prol da cultura em todo o país, como o Prêmio Culturas Populares e Tradicionais – Mestre Lucindo, apoiando Mestres da Cultura Popular em todo o país.

Antes previsto para divulgar o resultado e ter sua premiação no final de 2023, foi adiado para 2024, em fevereiro. Depois veio a homologação com o envio dos documentos, que aconteceu em março e depois a confirmação da homologação que aconteceu no início de abril.

Desde então a comunidade cultural espera pelo pagamento dos Prêmios, que até agora não foram pagos e não há sequer menção sobre o assunto no site do Ministério da Cultura.

Infelizmente a burocracia não respeita ninguém,  ainda mais o setor cultural que, não bastasse o descaso do bastardo Bozo, nos últimos 4 anos, agora aguarda por orçamento ou pela.boa vontade do MinC.

sábado, 11 de maio de 2024

CBF anuncia Copa Quilombola em 2025

 

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) se comprometeu com o Ministério de Igualdade Racial para organizar a inédita Copa Quilombola de Futebol no Brasil ainda este ano. Os detalhes sobre o torneio foram debatidos na última sexta durante encontro entre Ednaldo Rodrigues, representante da CBF, e Ronaldo Santos, secretário de Políticas para Quilombolas, Povos e Comunidades Tradicionais de Matriz Africana, Povos de Terreiros e Ciganos, do ministério.

A Copa Quilombola deve ser realizada nos 24 estados do país com presença de quilombos. A ideia é que as competições feminina e masculina ocorram simultaneamente. Atualmente, estados com maior presença de quilombos como Maranhão, Pará e Goiás promovem um torneio quilombola em âmbito estadual. No entanto, essa será a primeira Copa a nível nacional.

O projeto é em parceria com a Coordenação Nacional de Articulação de Quilombos (CONAQ) e a ONG Uma Gota no Oceano.

quinta-feira, 2 de maio de 2024

Globo vai transmitir Festival de Parintins 2024



Nesta quinta-feira,2, a Globo fechou um contrato para transmitir o Festival de Parintins 2024, que ocorre entre 28 e 29 de junho. A cobertura será feita pela Rede Amazônica, parceira da Globo na região Norte, e será disponibilizada em TV aberta para todo o Brasil.

Segundo informações do site F5, as negociações já estavam em andamento desde fevereiro e a oficialização do acordo foi confirmada pelo governador do Amazonas, Wilson Lima.

A parceria da Globo para transmitir o Festival de Parintins é válida apenas para este ano. Para os próximos anos, a experiência de 2024 será analisada antes de qualquer renovação ser considerada.

A decisão da emissora carioca de adquirir os direitos de transmissão do Festival de Parintins foi influenciada pelo sucesso de Isabelle Nogueira , terceira colocada no BBB 24 e cunhã-poranga do Boi Garantido.

Com a participação de Isabelle, o BBB 24 alcançou médias de audiência acima de 40 pontos em Manaus, tornando-se a cidade com maior audiência do reality show no Brasil.

Esta não será a primeira vez que Parintins terá uma transmissão nacional. Entre o final dos anos 2000 e o início dos anos 2010, o festival foi transmitido para todo o Brasil pela Band, porém, sem grande sucesso junto ao público.

Onde assistir ao Festival de Paritins 2024?

O evento será exibido na TV Globo e na Rede Amazônica (afiliada da emissora carioca na região Norte), além do canal pago Multishow. O festival também será transmitido pelo Globoplay.

Governo do Brasil investe R$ 28 milhões para fortalecer o artesanato

O governo federal anunciou, nessa terça-feira (31), um pacote de R$ 28 milhões em medidas para ampliar a formalização e fortalecer o artesan...